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Entre os convocados está João Menezes, ouro no Pan de Lima ano passado - Foto: Abelardo Mendes Jr / Redesporte.gov.br

Hora de fazer as malas para os tenistas João Menezes, Thomaz Bellucci, Beatriz Haddad Maia e Carolina Meligeni que embarcam no próximo domingo (9) com destino à Lisboa (Portugal). O quarteto vai se juntar a outros 74 atletas brasileiros convocados pela Missão Europa. A iniciativa do Comitê Olímpico do Brasil (COB) visa dar segurança para atletas olímpicos treinarem em países europeus, onde a disseminação do novo coronavírus (covid-19) esteja controlada.

A sede dos tenistas em Portugal será o Centro de Treinamento de Rio Maior, a pouco mais de 70 quilômetros (km) da capital Lisboa. O espaço oferece duas quadras de piso duro. O grupo treinará por 15 dias, sob comando do técnico André Podalka. Pré-classificado aos Jogos de Tóquio (Japão) ao conquistar o ouro no Pan de Lima (Peru) no ano passado, João Menezes é só entusiasmo. "Essa viagem surge num momento importante, pois estamos treinando há mais de três meses no mesmo lugar, em Itajaí (SC). Mudar de ares, treinar com pessoas diferentes, vai ser muito bom", disse o tenista em entrevista ao site da Confederação Brasileira de Tênis (CBT).

Atualmente em 185º lugar no ranking da ATP, Menezes já teria vaga assegurada em Tóquio. Mas o que vale será a colocação dele em 7 de junho do ano que vem, quando fecha a janela de classificação. O brasileiro terá de estar entre os 300 primeiros do mundo para ter a chance de competir em Tóquio.

Quem também não vê a hora de chegar a Portugal é a Carolina Meligeni, semifinalista de simples e bronze nas duplas no Pan de Lima. A tenista, 402ª do ranking da WTA, diz estar feliz por "treinar fora do Brasil, perto de outros atletas, em um centro com outro esportes, com todo mundo focado na Olimpíada".

Além dos quatro tenistas, o Brasil já conta com outros 74 atletas de sete modalidades (judô, natação, nado artístico, ginástica artística, ginástica rítmica, vela e boxe) em Portugal, distribuídos pelas sede Rio Maior, Cascais, Coimbra e Sangalhos. Segundo o COB, até dezembro mais 200 atletas brasileiros estarão na Europa. O custo da iniciativa é de aproximadamente R$ 13,4 milhões.

 

Dupla veleja no Balneário de Cascais, a oeste da capital Lisboa - Foto:

A dupla de velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze, da classe 49er FX, já treina no balneário de Cascais, a 25 km de Lisboa (Portugal). As brasileiras chegaram à capital portuguesa no último sábado (25), para se juntar aos atletas da Missão Europa, organizada pelo Comitê lLímpico do Brasil (COB). No dia seguinte ao desembarque, Martine e Kahena já estavam no mar.

“É um lugar incrível para velejar, com ventos fortes e ondas. Fora que as pessoas nos recebem muito bem aqui. É tudo já visando a nossa preparação para Tóquio”, contou Kahena, que está de volta a Cascais, onde treinou um ano para encarar no ano passado os Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru) 2019 e também o evento-teste dos Jogos Olímpicos.    

Com a chegada da dupla em Lisboa, o Time Brasil conta agora com 74 atletas, distribuídos por quatros bases. Além de Cascais (vela), há as bases de Rio Maior (boxe, nado artístico e natação), Sangalhos (ginásticas artística e rítmica) e Coimbra (judô). 

“Estamos bastante animadas com essa nova etapa. Uma vez na Europa, teremos mais oportunidades de treinar com outras duplas e  participar de alguns campeonatos. É importante para não perdermos o ritmo de regata. Voltamos da Espanha quando a Europa estava prestes a fechar. Nós já tínhamos tudo planejado, e foi tenso receber a notícia que precisávamos voltar imediatamente. Aí, [nós] nos readaptamos para treinar em casa e tentamos manter a cabeça tranquila. Só conseguimos relaxar de fato quando recebemos a notícia do adiamento [dos Jogos]”, relata Kahena.

As velejadoras, se submeteram a dois exames para detectar o novo coronavírus (covid-19), um realizado no Brasil e outro na chegada a Portugal,  antes de receberem autorização para treinar em Cascais. Em Portugal, as atletas estão acompanhadas do treinador espanhol Javier Torres Del Moral. O trio deve permanecer no país até setembro, sempre treinando no Clube Naval de Cascais.

Evento reunirá atletas de 40 países - Foto: Abelardo Mendes / Redesporte.gov.br

Seis atletas das categorias infantil a sênior da seleção brasileira de nado artístico representarão o país no Uana Artistic Swim Virtual Challenge, desafio internacional organizado pela União Americana de Natação (Uana), que reunirá equipes de 40 países de cinco continentes.

As disputas serão realizadas todas on-line, respeitando os protocolos de isolamento social adotados após a pandemia do novo coronavírus (covid-19).

A equipe brasileira, definida em uma seletiva realizada no início do mês, vai contar com Marina Postal (infantil), Alice Guimarães (juvenil), Murilo Cunha (juvenil), Maria Eduarda Milward (júnior), Ana Luiza Nascimento (sênior) e Thiago Wang (sênior).

“Fico muito satisfeito de ver o Nado Artístico brasileiro representado neste mundial diferente. Que possamos estar juntos nas piscinas do mundo muito em breve”, disse o supervisor de Nado Artístico da CBDA, Mauricio Pradal, que participou de uma reunião na última quinta-feira (23) para acertar os últimos detalhes do evento.

Esperança está nas campeãs olímpicas Kahena Kunze e Martine Grael - Foto: Wander Roberto / COB

Duas medalhas olímpicas, cinco títulos, um vice-campeonato e duas medalhas de bronze em mundiais. Essas são apenas algumas das principais conquistas que o velejador Bruno Prada conseguiu durante sua longa trajetória no esporte. Poucas pessoas têm mais autoridade e conhecimento de causa do que o atleta de 48 anos para fazer uma previsão sobre o desempenho da equipe brasileira de vela nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

É natural que a primeira pergunta da entrevista que ele concedeu à Agência Brasil fosse sobre o antigo parceiro Robert Scheidt (os dois velejaram juntos por 12 anos e conquistaram uma prata nos Jogos de Pequim, um bronze nos Jogos de Londres e três mundiais na classe Star). Com 47 anos, Scheidt já garantiu a vaga para o torneio da classe Laser dos Jogos de 2021, a sétima olimpíada da carreira do atleta (um recorde no Brasil). Aliás, mais um. Porque ele já é o maior medalhista olímpico nacional, com cinco conquistas. Mas, para Prada, o amigo deve ter muitas dificuldades em 2021.

“Somos muito amigos, muito mesmo. Mas acho que ele não tem a menor chance de conseguir uma medalha no ano que vem. É minha opinião. Minha base é o histórico dele nos últimos quatro anos. Nesse período, ele raramente foi ao pódio. E, desde 2018, quase não esteve no pódio. Pode acontecer. Torço muito, mas é difícil. Tem a questão da idade também. Os top 10 da classe são, em média, 15 anos mais novos. No alto rendimento, mínimos detalhes fazem de você um medalhista ou te deixam em oitavo. Ele é um super-homem, mas, na prática, não o vejo nem entre os dez primeiros”, disse.

Além de Robert Scheidt, na vela o Brasil tem, até o momento, outros dez atletas classificados para os Jogos de Tóquio: as duplas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan (na classe 470), Kahena Kunze e Martine Grael (na classe 49er FX), Gabriel Borges e Marco Grael (na classe 49er) e Gabriela Nicolino e Samuel Albrecht (na classe Nacra 17). Além deles, Jorge Zarif (na classe Finn) e Patrícia Freitas (na classe RS:X) estão garantidos.

Para Bruno Prada, esse grupo deve retornar ao Brasil com uma medalha: “A Kahena Kunze e a Martine Grael são campeãs olímpicas e vice-campeãs mundiais, vêm em um ciclo muito bom. Colocaria uma medalha no peito delas. No mais, temos times bons que precisam surpreender. Ninguém fez coisas incríveis nesse ciclo. Acredito que, se voltarmos com uma medalha de lá, estará de bom tamanho".

Saída da classe Star do programa olímpico
Após a conquista da medalha de bronze nos Jogos de Londres, em 2012, Bruno Prada desfez a dupla com Robert Scheidt com a saída do programa olímpico da classe Star, na qual eles velejavam.

“Já fiquei muito mal com essa história. Estava no auge em 2016, no ano dos Jogos do Rio de Janeiro. Fui campeão mundial com o americano Augie Diaz. Depois de Londres, já sabíamos que dificilmente a Star seguiria nos Jogos. Foi muito ruim não poder correr uma Olimpíada em casa. Tínhamos uma chance enorme de conquistar uma medalha. Seria a minha terceira e a sexta do Robert. Precisamos ser muito fortes para suportar aquela decisão. Não teve muito sentido. Tenho uma mágoa muito grande das pessoas que retiraram a Star dos Jogos Olímpicos”, declarou.

Em busca do hexacampeonato mundial
São três títulos mundiais ao lado do Robert Scheidt: Cascais (2007), Perth (2011) e Hyeres (2012). E mais dois com parceiros diferentes. Em 2016, com o americano Augie Diaz em Miami, e em 2019 com o polonês Mateusz Kusznierewicz, em Porto Cervo (Itália).

“Foi um privilégio velejar com o Scheidt. Ele é um cara muito determinado. A metodologia dele é ser o primeiro a entrar na água e o último a sair. Muito treino. Mas tenho uma história muito legal também com outros parceiros. Além do Scheidt, todos são medalhistas olímpicos ou mundiais. Caras do mais alto nível. Foi uma escola muito grande. Hoje sou um atleta muito melhor do que era na época olímpica”, afirma Prada.

E é assim que ele que parte para tentar escrever mais um capítulo na história da classe Star, se tornar hexacampeão mundial. Atualmente, Bruno Prada está ao lado do americano Lowell North.

“Em novembro desse ano, teoricamente teremos um mundial em Miami. Quem sabe ainda terei um pouco de gás para conquistar mais um troféu. Ainda não sei como ficará essa questão da pandemia do novo coronavírus. Um evento dessas dimensões é sempre mais complicado. Se fosse hoje, os brasileiros nem poderiam entrar nos Estados Unidos. Mas, se der tudo certo, quero chegar lá e brigar por esse título. Seria uma honra muito grande para mim. Já temos quase um século de mundiais de classe Star, e esse é um dos troféus mais desejados da vela mundial, talvez junto com a America´s Cup”, finaliza Bruno Padra, que completa 49 anos no dia 31 de julho.

Congresso Nacional de Bodyboarding acontece entre 27 de julho e 2 de agosto - Foto: Arquivo pessoal

Idealizada há mais de um ano pela Liga Nacional de Bodyboarding, acontece, entre os dias 27 de julho e 2 de agosto, o 1º Congresso Nacional de Bodyboarding, que terá como foco a gestão esportiva profissional, contando com nada menos que 26 profissionais das mais diversas áreas. O evento, gratuito, que promete reunir mais de 300 pessoas e que inicialmente seria no formato presencial, precisou ser adaptado por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19) e vai acontecer de forma online contribuindo para o crescimento do esporte em todo o país."O esporte é um campo ideal para o desenvolvimento de diversos setores (saúde,projetos sociais ,turismo,direito desportivo ,terceiro setor,etc .... ). Dessa forma,existe a necessidade de organização e profissionalização da gestão, fazendo com que o esporte seja valorizado cada vez mais como uma esfera essencial para o desenvolvimento brasileiro, explorando sua capacidade de dialogar com esses setores e ", comentou a moradora de Niterói Lyse Kitzinger, diretora técnica da Liga Nacional de bodyboarding (LNB).

No dia 27, a abertura oficial ficará, a partir das 19h, por conta de Marcello Pedro, Presidente da Liga Nacional de Bodyboarding. Os convidados da primeira noite serão o gestor de entretenimento e educador físico, Marcello Pedro, com o tema Ciência do Surf e a vida e suas escolhas; o chefe da Missão do Brasil Olímpiadas 2016, Marcus Vinicius Freire, que vai falar sobre "Transforme problemas em grandes oportunidades - Tenha uma empresa campeã - Planejamento COB" e fechando a primeira noite de evento, o Bacharel em turismo, Especialista em MKT, Maurício Werner, que vai palestrar com o tema "Como trabalhar o mix Esporte, Turismo e Educação".

Já na terça-feira, dia 28 de agosto, também às 19h, o primeiro tema será "A Evolução do Julgamento de Bodyboarding no Brasil", com o Head Judge do WLT na WSL, Mauro Rabellé. Na sequência, será a vez de Luiz Paulo Moura, economista com MBA em MKT pela PUC-Rio, falar sobre "Os desafios de gestão do esporte no Brasil" e para fechar o dia, com início previsto para às 21h, Adriana Conde, gestora da SBA, Sylvio Behring Association, vai falar ao público sobre "Planos de Negócios - Criação, Marketing, Execução e Expansão".

No terceiro dia de congresso, o primeiro painel será sobre "O Bodyboarding no Brasil. O caminho da Gestão", com o administrador geral Marcelo Rocha. Em seguida, será a vez do diretor técnico e juiz, Sérgio Parrá, que vai falar sobre "A História do Julgamento no Brasil". Para fechar, com o tema "Treinamento multidisciplinar para atletas de alto rendimento", ficará aos cuidados de Osmar Moraes, diretor de comunicação da LNB.

No dia 30, Lyse Kitzinger (mestre em Direito e Sociologia) e Aline Melo (bodyboarder profissional e empreendedora) vão abrir os trabalhos, às 19h, com o tema "Esporte e Sociedade: A construção de valores na prática esportiva em projetos sociais Projeto Motivar e Gerando Falcões". Uma hora mais tarde será a vez de Sergio Gadelha,Head Judge ASP/ISA/WSL, falar sobre "Critérios de Julgamentos - ISA GAMES". Já às 21h, "Gestão e Direito Desportivo", será o tema abordado pelo professor de Direito Desportivo na FGV, Wagner Vieira Dantas.

No dia 31 de julho, o evento segue com duração de três horas, tendo o início às 19h, e vai contar com nomes como os niteroienses Mano Ziul e Daniel Alves, além de Beri Santana, Carol Angrisani e Leonardo Rangel, que vão falar sobre evolução do sistema de notas, a importância da imprensa nos eventos da categoria, planejamento e organização de eventos e o Tribunal de Justiça Desportiva.

Já no dia 1º de agosto, o evento terá um painel pela manhã, com início às 9h. Depois seguirá com uma intensa programação entre 17h e 20h. Neste dia entram em cena Oswaldo Bissoli, Francisco Garritano, Marcelo Lopes Salermo, Hugo Pessanha e Maylla Venturin.

No último ato do 1º Congresso Nacional de Bodyboarding, dia 2 de agosto, os palestrantes serão: Thyago Jacob, Mário Nakamura, Hudson Renato e Paulo Barcellos.n

 

Garantido por equipes, país tem Calderano no masculino individual - Foto: Divulgação

Quando falta um ano para o início dos Jogos Olímpicos de Tóquio, o Brasil já tem garantidas as vagas para o torneio por equipes nos dois naipes, masculino e feminino. Os times nacionais carimbaram o passaporte ao vencerem os Pré-Olímpicos continentais, disputados em Lima em outubro de 2019. Além dos brasileiros, outras 15 equipes em cada um dos naipes participarão do torneio. A equipe verde e amarela também tem garantidas duas vagas em cada um dos naipes nos torneios individuais.

Até o momento, o único atleta brasileiro garantido em Tóquio é Hugo Calderano. O sexto colocado no ranking mundial conseguiu a vaga após conquistar a medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de 2019. Ele estará nos dois torneios, individual e por equipes. Os outros dois jogadores do time masculino e as três mesatenistas da seleção feminina serão conhecidos apenas na convocação da seleção, que deve ocorrer em maio. Os dois primeiros brasileiros no ranking mundial em cada um dos naipes têm as vagas, já o terceiro membro das equipes será escolhido pelos técnicos. No individual masculino, o segundo melhor brasileiro, atrás de Calderano, estará presente no torneio individual.

Um dos mesatenistas que está nessa briga é Vitor Ishiy. “Primeiro, espero que essa pandemia acabe logo, para que todos estejam bem e as Olimpíadas aconteçam. Para mim, começa de novo, outro ano de muito foco para tentar me classificar entre os três para representar o Brasil”, diz o atleta, que ocupa a posição 58 no ranking mundial e treina na Alemanha.

Eric Jouti, atual número 88 do mundo é outro candidato. “Minha expectativa para os Jogos é muito grande. Um ano até lá, tem muito chão pela frente e muitas coisas vão mudar. É melhorar a cada dia os pontos que ainda estão a desejar, potencializar os pontos fortes e, consequentemente, subir de nível mentalmente”, afirma o atleta, que decidiu treinar no Brasil durante a pandemia.

No feminino a melhor brasileira no ranking mundial é Bruna Takahashi. A atual número 47 do mundo está treinando, ao lado da irmã Giulia, em São Paulo: “Sei que as coisas não aconteceram como esperadas, mas a minha expectativa continua a mesma, ir o mais longe possível na Olimpíada e, quem sabe, buscar uma medalha. Estou mantendo meus treinamentos aqui no Brasil. Tenho uma mesa aqui em casa, treino bastante a parte física e alguns pontos mais detalhados na mesa”.

Até mesmo para quem já viveu essa emoção sete vezes é difícil não ficar ansioso. Este é o caso de Hugo Hoyama, que tem seis Olimpíadas como jogador e uma como treinador. “É diferente. O importante é que temos a vaga garantida. Facilita para fazermos a nossa programação. Vamos esperar a volta aos torneios e a abertura dos locais de preparação. Temos um ano pela frente para as meninas brigarem por seus lugares na seleção, e o Brasil estará sempre bem servido. É duro, não é fácil para o atleta esperar mais um ano, mas é colocar na cabeça que vai valer a pena”, garante o técnico da seleção feminina.

Brasileiros realizarão período de treinos em Portugal - Foto: Divulgação

Treze pessoas da equipe olímpica permanente de boxe estão de malas prontas para embarcarem na próxima sexta (17) para Lisboa. Serão 11 atletas e dois treinadores. O boxe será uma das cinco modalidades (as outras quatro são judô, ginástica artística, natação e nado artístico) que vão fazer parte da primeira etapa da Missão Europa do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Um grupo total de 73 pessoas farão parte dessa primeira etapa do projeto.

Os pugilistas ficarão sediados no Complexo Desportivo Rio Maior, que foi especialmente preparado pelo COB para o Boxe do Brasil. O local fica na região metropolitana de Lisboa. O retorno da equipe de boxe está previsto para ocorrer entre os dias 15 e 22 agosto.

O controle sanitário imposto pelo governo do país europeu para que a Missão Europa do COB fosse viabilizada é bastante rigoroso. E, para cumpri-lo, atletas e comissão técnica do boxe e das outras modalidades passaram por testes para a covid-19 ainda no Brasil. Entre os membros da seleção de boxe, ninguém apresentou resultado positivo. Lembrando que, até essa quinta, o nadador João Gomes Júnior é o único integrante da equipe que teve o resultado positivo e foi afastado da viagem.

Na chegada dos brasileiros a Portugal, todos passarão novamente pelos testes e permanecerão em isolamento por 48 horas, até a divulgação dos resultados da sorologia. Apenas depois desse procedimento, aqueles que não estiverem infectados pela covid-19 estarão liberados para os treinamentos esportivos. Ainda está prevista uma terceira testagem antes do regresso de cada um dos integrantes da equipe verde e amarela ao Brasil.

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