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Igor Barcellos, atleta da seleção brasileira de bocha, é bicampeão do torneio Equipe carioca teve representante em todos os pódios da competição - Foto: Divulgação

Depois do sucesso da 1ª edição, o próximo Torneio Boccia Battle teria que ser ainda mais desafiador. E assim foi. Junto com as equipes ADD e SDPB-Barueri, ambas de São Paulo, o Rio Power Soccer reuniu 25 atletas para um inédito torneio online interclubes de bocha paralímpica. A competição aconteceu durante o mês de agosto com os atletas conectados ao aplicativo que leva o nome do torneio - além de muitoooooo papo pelo WhatsApp.

Interatividade, diversão e frio na barriga como aquele que dá antes da entrada na quadra. Essas foram as principais sensações descritas pelos atletas. “O torneio online possibilitou um momento de lazer em meio a essa pandemia que estamos passando. Muitos não se conheciam, foi um sopro de ânimo para todos que estão em casa há quase seis meses. Deu para matar um pouco a saudade da modalidade e reviver o clima de competitividade”, comenta Melissa Macedo, técnica da classe BC3 do RJPS e idealizadora do torneio.

As palavras da Melissa se repetem nas avaliações de Panda Sene, técnico da ADD, e de Caio Oliveira, coordenador e técnico do SPDB-Barueri, parceiros neste torneio. Para Panda, a competição interclubes foi importante para mostrar que independente da classe, a bocha é uma modalidade de muito trabalho mental e que o jogo precisa ser muito pensado.

O Boccia Battle reproduz virtualmente as situações de jogo que acontecem em um jogo convencional com a presença dos atletas na cancha e isso traz para muitos atletas a ansiedade que sentem antes de seus jogos na câmara de chama. “Embora o torneio tivesse como objetivo a interação entre os atletas, a vontade de vencer existe no sentimento de cada um. Pude perceber isso de um atleta que, atento para desempenhar um bom papel durante o jogo, cuidou dos mínimos detalhes, seguindo um ritual de preparação que atletas de alta performance carregam”, conta Caio Oliveira, responsável pela modalidade na equipe de Barueri.

Entre os 25 participantes, tinham atletas novatos que nunca participaram de um jogo. Melissa Macedo cita o caso de Nathalia Brandão, que ainda nem conhece seus companheiros de equipe porque ingressou no Rio Power Soccer durante a pandemia, e o 2º Boccia Battle significou o retorno à modalidade.

O aplicativo veio para ser um facilitador no processo de ensino e aprendizagem. E no meio do caminho também surgem novas situações que só com o tempo e aprendendo uma nova forma de conhecer os atletas é que os técnicos vão saber lidar. “Alguns atletas me mandavam mensagens perguntando sobre os outros atletas e isso era engraçado porque como técnico eu não sabia muito o que dizer, pois isso de "dar dicas" sobre os atletas antes dos jogos a gente faz presencial por conhecer como alguns jogam, mas virtual para eu como técnico era só torcer mesmo, esperando que se divertissem e pudesse interagir com outros atletas tendo as mesmas sensações de um jogo presencial”, confessa Panda.

A competição terminou com o pódio (virtual), mas todos ganharam atletas, professores e as equipes de forma geral. “Sem o trabalho dos professores e a dedicação deles com os atletas não seria possível a gente manter à prática esportiva com esse isolamento. Estão se reinventando e fazendo a diferença. Está lindo de acompanhar”, afirma Monica Dutra, Diretora do Rio Power Soccer.

Venda de ingressos será feita exclusivamente pela internet - Foto: Ciete Silvério / Museu do Futebol

Para marcar os 80 anos do Rei do Futebol, a ser comemorado no próximo dia 23 de outubro, o Museu do Futebol vai reabrir suas portas nesta quinta-feira (15) para a exposição Pelé 80 – o Rei do Futebol.

A exposição será realizada na sede do museu, no estádio do Pacaembu, em São Paulo. A venda de ingressos será feita exclusivamente pela internet, pelo site da mostra, que tem a curadoria do cenógrafo Gringo Cardia.

Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, é considerado um dos maiores jogadores de futebol da história, tendo sido eleito melhor atleta do século por diversas revistas e instituições especializadas. Seu último jogo oficial foi em 1977, com a camisa do Cosmos. Como jogador, Pelé eternizou a camisa 10 da seleção brasileira, conquistando três Copas do Mundo. Pelé também foi campeão mundial pelo Santos e autor de 1.282 gols em sua carreira.

A exposição
A exposição do Museu do Futebol é lúdica e tem início com a instalação de uma enorme escultura de Pelé logo na entrada do museu. A escultura antecede a apresentação de uma animação feita especialmente para a mostra, com 444 imagens históricas que cobrem desde os primeiros anos de Pelé na cidade de Três Corações (MG), passando pela conquista da Copa de 1958; pelos 18 anos em que defendeu a camisa do Santos; e, por seu último jogo, defendendo o Cosmos, em Nova York.

Também foram feitas várias instalações, pensadas para conquistar o público mais jovem. Em uma delas, chamada de Pelé Menino, um ator interpreta o Rei do Futebol falando com outras crianças sobre a sua infância. Na instalação Kevinho e o Rei, há uma performance do MC Kevinho, contando a história de Pelé em ritmo funk. Há também uma instalação onde os visitantes participam de um quiz, um jogo virtual que desafia o público a responder perguntas sobre a carreira do Rei. Mais brincadeiras ocorrem no Jogo Adivinhação e no Jogo das Palavras, que também apresentam fatos e histórias sobre Pelé a partir de imagens e perguntas.

Os conteúdos interativos da exposição vão poder ser acionados pelos celulares do público para evitar contato com os botões e telas, já que ainda estamos em plena pandemia do novo coronavírus. Aqueles que não tiverem celular vão contar com ajuda dos orientadores e educadores do museu.

Já na instalação Grandes Jogadas, o público vai escolher entre os 10 gols mais famosos de Pelé para assisti-lo na forma de partidas de futebol de botão. A instalação seguinte, chamada O Brasil Ama o Rei Pelé, conta com depoimentos de 35 celebridades que são fãs do jogador tais como o desenhista Maurício de Souza, o músico Chico Buarque, o técnico Tite, a jogadora Marta e o ex-jogador Dadá Maravilha.

Para encerrar a exposição, a instalação As Quatro Seleções de Pelé homenageia os times nacionais em que ele fez história. E no túnel que dá acesso ao gramado do estádio, uma instalação sonora vai contar a história da relação entre Pelé e o Pacaembu – ambos nascidos em 1940 e completando 80 anos em 2020.

O Museu do Futebol informa o público que está preparado para funcionar com segurança durante a pandemia do novo coronavírus, com capacidade reduzida e acesso feito exclusivamente por ingresso adquirido com antecedência e hora marcada. O uso de máscara será obrigatório no museu e há totens de álcool gel disponíveis durante o percurso.

Time de Los Angeles pode garantir título diante do Miami nesta sexta - Foto: Reprodução Twitter

O Los Angeles Lakers usará sua camiseta Black Mamba em homenagem a Kobe Bryant na partida da próxima sexta-feira (9) contra o Miami Heat, jogo no qual poderá confirmar a conquista de seu 17º título da NBA (liga de basquete profissional de basquete dos Estados Unidos).

Os Lakers, que lideram por 3 a 1 a série melhor de sete das finais da NBA, venceu todas as quatro partidas que disputou na pós-temporada usando a camisa alternativa criada por Bryant, que é preta com detalhes dourados e tem uma leve estampa no estilo de pele de cobra.

O apelido de Bryant era Black Mamba, o nome em inglês da cobra mamba negra.

“É sempre especial representar alguém que significou tanto, não apenas para o esporte, mas também para a organização Lakers por mais de 20 anos”, disse o ala LeBron James após o Lakers usar a camisa no segundo jogo das finais da NBA. “Para nós, homenageá-lo, estar em quadra, é disso que se trata”, afirmou.

O time havia planejado originalmente usar a camisa em um eventual jogo 7, mas decidiu mudar a estratégia para o jogo de sexta-feira na Disney World, na Flórida, onde a temporada foi retomada em julho após um hiato de quatro meses devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Os uniformes foram lançados na temporada 2017-2018.

Bryant, um dos maiores jogadores de sua geração e que conquistou cinco títulos da NBA durante uma carreira de 20 anos com os Lakers, morreu junto com sua filha Gianna e sete outras pessoas em um acidente de helicóptero em janeiro.

Além do desenho original da camisa, o uniforme também apresenta um patch com o número dois, o número da camisa de Gianna, dentro de um coração branco.

A viúva de Bryant expressou em uma postagem no Instagram seu apoio ao uso da camisa especial no possível jogo final da série. “Camisetas do Mamba e da Mambacita aprovadas para o Jogo 5”, escreveu Vanessa Bryant na noite da última quarta-feira (7). “Vamos Lakers”.

Caso o Lakers vençam o campeonato este ano, este seria o primeiro título da equipe desde que Bryant levou o time ao campeonato de 2010. Com este feito, a franquia de Los Angeles também igualaria o recorde do rival Boston Celtics com o maior número de campeonatos na história da NBA.

Barcos de Santos (SP), Rudá/Blue Seal, e o Fugaz SP levaram os canecos nas classes IRC e RGS B. Lars Grael e seu barco Avohai terminou em 3º na IRC - Foto: Aline Bassi / Balaio de Ideias

Foram definidos, nesta segunda-feira, os campeões paulistas da Vela de Oceano - 11ª edição do Ubatuba Sailing Festival, realizado pelo Ubatuba Iate Clube, na cidade de Ubatuba (SP), litoral norte de São Paulo. Foi o segundo evento do calendário da Vela de Oceano da ABVO (Associação Brasileira de Vela de Oceano) após a quarentena.

A competição, que vem se tornando uma das principais do calendário nacional, foi o Campeonato Paulista de Vela de Oceano nas categorias IRC e BRA-RGS e contou com quatro regatas nos três dias de competição, uma regata longa de percurso de 30 milhas no primeiro dia e nos demais regatas barla-sota.

Na classe RGS-A, o barco Lady Lou, comandado por Torben Grael, bicampeão Olímpico na classe Star em Atenas, na Grécia, em 2004, e Atlanta 1996, foi o vencedor. ganhando todas as quatro regatas. O barco Zeus ficou em segundo apenas um ponto a frente do barco Kamua.

"Apesar de ter um nome festivo, tem uma dificuldade no velejar porque é um local de ventos normalmente fracos e uma área com ondas. Não é a toa que temos aqui a ilha do Mar Virado. A gente tem muitos barcos de cruzeiro, como o meu, e a receptividade do clube com os participantes torna o evento muito agradável", disse Torben.

Na classe IRC a conquistou ficou com o barco santista Rudá, comandado por Mario Martinez, também fez um campeonato impecável vencendo todas as quatro regatas deixando o King em segundo com três segundos lugares e o Avohai, novo barco comandado por Lars Grael - do Rio Yacht Sailing de Niterói (RJ) e Iate Clube do Rio de Janeiro -, fechando o pódio.

"Muito bom conquistar o título paulista de Vela de Oceano. Evento importante todos os dias de vento fraco, condição boa para o meu barco, deu tudo certo. foi bom, mais um evento de retorno, presença muito boa de barco diante de uma pandemia. E agora vamos com tudo para a 70ª Santos-Rio em outubro", descreveu Mário.

"O Ubatuba Sailing Festival começou pequeno, mas é um evento que vem ganhando espaço na Vela de Oceano Nacional e está gerando uma reputação muito positiva para o Ubatuba Iate Clube que nos recebe muito bem. É de fato um prazer estar aqui velejando com estas equipes", descreveu Lars Grael que venceu suas medalhas olímpicas em 1988 em Seul e 1996 em Atlanta, ambas na classe Tornado.

Na classe RGS-B o título ficou com o barco santista Fugaz SP de Fernando Filoni com o Escapada em segundo lugar e o Mahalo em terceiro.

"O Ubatuba Sailing Festival foi uma regata muito importante para o nosso clube. Não foi fácil organizá-la, mas ao final do evento tenho a sensação que saíram todo felizes. Tivemos regatas de nível técnico muito bom, espero que tenhamos conseguido contemplar e satisfazer todas as classes", disse Alex Calabria, diretor adjunto de vela do Ubatuba Iate Clube e organizador do evento.

O evento teve mais um teste do sistema de rastreamento montado pelo comandante Bayard Filho, do Inaê 40 em parceria com a ABVO para monitoramento dos veleiros ao longo das regatas através do aplicativo RaceQS.

Foram cerca de quarenta barcos na raia dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro e veleiros de Niterói (RJ), Angra dos Reis (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Paraty (RJ), Ilhabela (SP), Santos (SP), Guarujá (SP) e Ubatuba (SP).

O evento homenageou Torben Grael por seus feitos na vela nacional e também o barco Brasil 1 que disputou a Volvo Ocean Race com os troféus no formato do veleiro.

O Campeonato Paulista de Vela de Oceano - 11ª edição do Ubatuba Sailing Festival - teve apoios da North Sails, Balaio de Ideias, Tintas International, Farol das Tintas, Postos Flutuantes Imola e Monaco, Farma Conde, VBros, Renew Boats, Telesmar, Secretária de Esportes de Ubatuba, BRA-RGS, ABVO, e FEVESP.

Resultados Finais:

Classe IRC

1 - Rudá/Blue Seal (Clube Internacional de Regatas,Santos) - 3 pontos
2 - King (Iate Clube de Santos) - 6 pontos
3 - Avohai (Rio Yacht Sailing, Niterói, e Iate Clube do Rio de Janeiro) - 10 pontos
4 - Asbar IV ( Iate Clube de Santos) - 12 pontos
5 - Xamã (Yacht Clube Ilhabela) - 14
6 - Bravo (Clube Internacional de Regatas) 15
7 - Inaê 40 (Pier 27 , Santos) - 17
8 - Argos (Ubatuba Iate Clube) 21
9 - Aries V (Ubatuba Iate Clube) - 29
10 - Boto V (Farol Paraty) - 29
11 - My Boy (Lisarb, Ilhabela) - 30
12 - Montecristo - Ubatuba Iate Clube) 32
13 - 834 Jacaré - (Yacht Club Ilhabela) 41

Classe RGS-A

1 - Lady Lou - 3 pontos
2 - Zeus - 7 pontos
3 - Kamua - 8 pontos
4 - Superbakkana - 10 pontos
5 - Beleza Pura 2 - 15
6 - Bwana 1 - 18
7 - Kameha Meha - 19
8 - Maria Preta - 24
9 - Anaue 1 - 30

Classe RGS-B

1 - Fugaz SP - 6 pontos
2 - Escapada - 8 pontos
3 - Mahalo - 12 pontos
4 - Alleluia - 18
5 - Baforada III 19
6 - Borimbora - 30
7 - Beiramar - 32

Yoshihide Suga será decisivo na realização, ou não, do evento - Foto: Divulgação

O lobby agressivo do premiê japonês, Yoshihide Suga, aumentou as expectativas dentro do Governo local de que os Jogos Olímpicos acontecerão no ano que vem, disseram várias fontes com conhecimento do assunto, marcando uma reviravolta em relação há alguns meses.

Suga tem mais flexibilidade nas conversas com o Comitê Olímpico Internacional (COI), afirmou uma das fontes, pois não está amarrado às promessas de seu antecessor, Shinzo Abe, que disse ao público que os Jogos seriam realizados em “plena forma”.

Há alguns meses, parlamentares e burocratas em Tóquio estavam ficando mais céticos quanto à viabilidade dos Jogos em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19), apesar da posição oficial do Governo de que seguiriam em frente.

Porém, o sentimento começou a mudar após Suga substituir Abe no mês passado, afirmam parlamentares do partido governista e autoridades do governo próximas ao novo primeiro-ministro.

“O tom do Governo é muito diferente agora do que quando Abe era primeiro-ministro”, disse um funcionário de alto escalão do Ministério das Finanças que fala frequentemente com Suga. “Há uma sensação cada vez maior de que realizar os Jogos é possível”, afirmou.

“É mais fácil propor formas alternativas de sediar os Jogos sob Suga”, afirmou o funcionário. “Há uma sensação mais forte de que, embora possa não ser do estilo usual, definitivamente haverá Olimpíada no próximo ano”, declarou.

O Governo e os organizadores locais não decidiram se permitirão a entrada de torcedores, disseram duas fontes. Isso provavelmente será determinado até o final do ano, segundo elas.

As fontes não foram identificadas porque as informações não são públicas.

O governo japonês e o COI adiaram os Jogos de 2020 para o ano que vem por causa da pandemia do novo coronavírus.

Marca da carioca também é a mais alta no ano, incluindo a dos homens - Foto: WSL / Pedro Miranda

A brasileira Maya Gabeira estabeleceu o novo recorde mundial para a maior onda já surfada por uma mulher: 22,4 metros (73,5 pés). A marca foi alcançada em 11 de fevereiro de 2020, durante o Nazaré Tow Surfing, campeonato de ondas gigantes disputado na Praia do Norte, em Nazaré (Portugal). O anúncio foi feito pela Liga Mundial de Surfe (WSL, sigla em inglês) nesta quinta-feira (10).

"Apesar de achar que não sou uma pessoa competitiva, estava muito concentrada e mais corajosa do que o normal neste dia. Estava arriscando bem mais e, quando larguei a corda [do jet-ski], tive a sensação de que poderia ser a maior onda da minha vida, mas não tinha certeza. A velocidade era muito alta e o barulho que a onda fez quando quebrou me fez perceber que esta era, provavelmente, a maior onda que surfei", declarou a carioca, em comunicado da WSL.

Maya bateu o próprio recorde, que era de 20,7 metros (68 pés), em 2018. O novo feito rendeu a ela o prêmio de Maior Onda do Red Bull Big Wave Awards (BWA) de 2020. A brasileira superou, entre dois e três pés (menos de um metro) a onda surfada pela francesa Justine Dupont no mesmo dia de prova, em Nazaré, e também foi melhor que o havaiano Kai Lenny, ganhador do prêmio de Maior Onda entre os homens, com 21 metros (70 pés).

"Este recorde mundial é realmente surpreendente porque o tamanho da onda foi mais alto até do que a onda do vencedor masculino, então, isso significa que uma mulher surfou a maior onda do ano no geral. Isso, para mim, era algo que eu havia sonhado anos atrás, mas, não como algo realista. Esse é um esporte extremamente dominado pelos homens, então ter uma mulher capaz de representar isso é bastante raro", destacou a brasileira.

O recorde de maior onda já surfada por um homem também é brasileiro. Em 8 de novembro de 2017, em Nazaré, o paulista Rodrigo Koxa atingiu a marca de 24,4 metros (80 pés).

"Gosto de fazer algo que parece tão impossível, por causa do que pré-estabelecemos que seja possível para o gênero. Quando é mostrado que é possível, fica mais fácil ao próximo. Quase não parece que era eu, mas amo o jeito que foi concretizado", completou

Ex-top 10 mundial, jogador de Niterói ficou seis meses sem competir e faturou troféu com parceiro carioca no final de semana - Foto: Divulgação

Ralff Abreu,  niteroiense, ex-top 10 mundial, atleta patrocinado pela  Dropshot e com apoios da Secretaria de Esportes e Lazer de Niterói, da Alero Style e Clínica de Vacinação Prophylaxis, marcou seu retorno aos torneios neste final de semana após seis meses de inatividade por conta da quarenta da pandemia do COVID-19.
 
Ralff, atual 31º do mundo, e o parceiro João Lauro Carneiro, do Rio de Janeiro (RJ), conquistaram o título da etapa do Campeonato Estadual de Beach Tennis, o Rio Beach Tennis Tour, realizado no clube Novo Rio Country Club, no Recreio dos Bandeirantes.
 
Ralff e João Lauro superaram na final a dupla de Bruno Falcão e Bruno Picolli com 8/3: "Foi bacana pois voltamos a competir. Fiquei muito ansioso para jogar esse evento pois foram seis meses praticamente sem jogar torneios, isso nunca aconteceu em dez anos, entramos empolgados com a chance de jogar mesmo sem estar na preparação ideal, ainda não estamos podendo treinar no nosso 100% pois as praias ainda não estão 100% liberadas por conta da pandemia. Treinos tanto em Niterói quanto no Rio em termos de logística não está fácil. Encontrar parceiros de duplas para treino não é tão fácil quanto antes. Por isso foi um torneio especial para voltar a competir, sentir adrenalina e voltar ao circuito", disse Ralff que deve seguir competindo nas próximas semanas pelo Brasil.
 
"Ainda não temos projeções de competições no circuito internacional. Mas competições regionais voltaram, sei que tem torneios no estado de São Paulo o qual estamos avaliando disputar assim como torneios-exibição . Agora é buscar treinar cada vez mais perto do 100% ideal. Esse torneio serviu para renovar os ânimos, buscar motivação para treinar pois treinar sem ter torneios, sem objetivo de competição é complicado. Foi muito bom por isso", seguiu. 
 
Pouco antes do começo da pandemia, Ralff e o parceiro João Lauro tinham feito final em evento do circuito mundial em Santos (SP).
 
 
Sobre Ralff Abreu
 
Ralff Abreu, nascido em Niterói, em fevereiro de 1983, foi tenista e começou no Beach Tennis em 2011. Tem 14 títulos nível mundial ITF na carreira.

Em 2017, ao lado de Diogo Carneiro, teve seu melhor ano alcançando o top 10 do ranking mundial. Foi campeão do ITF de João Pessoa (PB), Maceió (AL), Balneário Camboriú (SC), São Miguel do Gostoso (RN), foi vice-campeão em Guadalupe, Niterói (RJ), vice-campeão Mundial pela Seleção Brasileira por Equipes na Rússia, semifinalista do Mundial de Duplas em Cervia, na Itália.Em 2016 foi campeão Pan-Americano em Aruba e em 2017 venceu a Nations Cup, a Copa das Nações, contra a Itália, no mesmo país.
Em 2019 foi vice-campeão no ITF de Brusque (SC) e campeão no ITF de Niterói (RJ).
 

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