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Número de infectados no período chega a 44,3 mil - Foto: Divulgação

EUA

Os Estados Unidos (EUA) notificaram, nas últimas 24 horas, mais 44,3 mil casos de covid-19 e 457 mortes provocadas pela doença, de acordo com balanço da Universidade Johns Hopkins.

A contagem desde o início da pandemia eleva-se agora para 5,08 milhões de infectados, além de 163,3 mil mortes, segundo os números contabilizados pela universidade, sediada em Baltimore (Leste).

Embora Nova York já não seja o estado com o maior número de infecções, continua a ser o que contabiliza mais mortes (32,7 mil), número superior ao de países como França ou Espanha.

Só na cidade de Nova York morreram 23,5 mil pessoas. Seguem-se Nova Jersey, com 15,8 mil mortes, a Califórnia, com 10,4 mil, o Texas, com 9,2 mil, e Massachusetts, com 8,7 mil.

Em termos de infecções, a Califórnia registrou 561,3 mil, desde o início da pandemia, seguida da Flórida, com 536,9 mil, do Texas, com 508,8 mil, e de Nova York, com 421,3 mil.

Os Estados Unidos são o país com maior número de mortes e de casos de infecção confirmados.

Presidente dos EUA postou vídeo que dizia que as crianças são 'quase imunes' à doença - Foto: Divulgação

EUA

O Facebook removeu na quarta-feira (5) vídeo postado pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, no qual ele dizia que as crianças são "quase imunes" à covid-19. A empresa afirmou que a publicação violava regras de compartilhamento de informações enganosas sobre o novo coronavírus.

"Este vídeo inclui afirmações falsas de que um grupo de pessoas é imune à covid-19, o que representa uma violação de nossas políticas sobre desinformações prejudiciais", disse um porta-voz do Facebook.

O porta-voz acrescentou que foi a primeira vez que a empresa de redes sociais removeu um post de Trump por desinformação sobre o novo coronavírus.

A Casa Branca não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

Estados norte-americanos deveriam considerar lockdown, indica especialista - Foto: Divulgação

EUA

O principal especialista em doenças infecciosas dos Estados Unidos (EUA), Anthony Fauci, disse que os estados norte-americanos com alto número de casos do novo coronavírus deveriam reconsiderar a imposição de restrições de lockdown. Ele destacou a necessidade de baixar o número de infecções antes da temporada de resfriados no outono do Hemisfério Norte.

Em alguns estados, com números moderados de casos, especialistas veem o mesmo aumento traiçoeiro no percentual de casos positivos que tinham sido observados em Tennessee, Kentucky, Ohio, Minnesota e outros, disse Fauci em entrevista ao Journal of the American Medical Association.

Ele afirmou, na semana passada, que via sinais de que a epidemia de covid-19 poderia estar atingindo o pico no Sul e no Oeste, enquanto outras áreas estavam à beira de novos surtos da doença. Os estados deveriam pensar em fazer uma pausa ou retroceder nas iniciativas de reabertura, embora não precisem necessariamente voltar ao lockdown completo, disse.

Arkansas, Califórnia, Flórida, Montana, Oregon e Texas notificaram altas recordes de mortes na última semana.

Para Fauci, é crucial que a epidemia seja contida antes do outono no Hemisfério Norte, quando os casos de gripe comum devem disparar ao lado da covid-19, pois maior número de pessoas passa a ficar mais tempo em ambientes fechados, aumentando o risco de contágio.

O especialista também alertou que embora dados sugiram que crianças mais novas não adoeçam gravemente com a covid-19, elas podem se infectar e propagar a doença.

O presidente Donald Trump fez da reabertura das escolas para aulas presenciais parte de sua campanha à reeleição, mas alguns professores resistem a essa medida, argumentando que abrir as escolas poderia colocar adultos em risco de doenças graves.

Fauci acrescentou que continua cautelosamente otimista de que uma vacina possa estar disponível contra o vírus antes do fim do ano, mas que as empresas devem se abster de emitir declarações sobre os estudos clínicos em andamento, até que haja dados suficientes para julgar se as vacinas são seguras e eficazes.

Papa emérito está superando doença dolorosa, mas não grave - Foto: Divulgação

Europa

O Vaticano, ao responder a uma reportagem de um jornal alemão de que o papa emérito Bento XVI estaria gravemente doente, informou nessa segunda-feira (3) que a condição "não é particularmente preocupante" e que ele que está superando uma doença dolorosa, mas não grave.

O esclarecimento veio horas depois de o biógrafo de Bento, Peter Seewald, ter causado alarme ao dizer ao Passauer Neue Presse que ele havia achado o papa emérito, de 93 anos, excepcionalmente frágil quando o visitou no sábado (1º)..

Seewald disse que Bento, que está com problemas de saúde há algum tempo, agora sofre de herpes zóster, uma infecção viral que causa erupções dolorosas e é comum entre idosos.

"As condições de saúde do papa emérito não são particularmente preocupantes, tirando o fato de ser um homem de 93 anos que está superando a fase mais aguda de uma doença dolorosa, mas não grave", afirmou o comunicado.

Seewald declarou que a voz de Bento é quase inaudível - repetindo algo que outros visitantes disseram há meses - e que o papa emérito disse a ele que poderia voltar a escrever se recuperasse suas forças.

Em junho, Bento, que vive em um antigo convento nos jardins do Vaticano, deixou a Itália pela primeira vez desde sua renúncia em 2013 para uma visita de despedida ao irmão mais velho, Georg, na Baviera. Georg Ratzinger morreu em 1º de julho, aos 96 anos. Os dois irmãos foram ordenados sacerdotes no mesmo dia, em 1951.

Premiê britânico anunciou acordos para fornecimento de potenciais vacinas - Foto: Divulgação

Europa

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse nesta segunda-feira (20) que não pode prometer que haverá uma vacina bem-sucedida contra a covid-19 desenvolvida até o fim deste ano, afirmando que "não estamos lá ainda", apesar de o país estar montando estoques.

"Afirmar que estou 100% confiante que teremos uma vacina, neste ano ou de fato ano que vem, é, infelizmente, simplesmente um exagero. Não estamos lá ainda", disse Johnson após o Reino Unido anunciar acordos para o fornecimento de mais duas potenciais vacinas que estão em desenvolvimento.

Muitos que morreram também foram afetados por outras doenças - Foto: Agência Brasil

Europa

O novo coronavírus foi a causa direta da morte de nove entre dez vítimas italianas da covid-19, revelou estudo divulgado nessa quinta-feira (16), lançando nova luz sobre a epidemia que atingiu principalmente as regiões do Norte do país.

Desde a descoberta das primeiras infecções, em fevereiro, a Itália já relatou cerca de 35 mil mortes por covid-19.

As autoridades de saúde disseram que muitos dos que morreram também foram afetados por outras doenças, e isso provocou um debate intenso sobre o vírus ser ou não a verdadeira causa das mortes.

O estudo, publicado pelo Instituto Superior de Saúde e pelo Instituto Nacional de Estatística (Istat), mostrou ainda que o coronavírus foi a causa direta da morte de 89% das 4.942 vítimas da amostragem.

Os outros 11% tiveram coronavírus, mas morreram como resultado direto de outros problemas médicos, como doença cardiovascular, câncer e demência – só que o vírus pode ter agravado seus quadros e acelerado a morte.

O estudo foi baseado nos óbitos relatados até o fim de maio, quando a Itália já havia relaxado as regras rígidas de isolamento.

A pneumonia foi observada em 79% das pessoas cujas mortes foram ligadas diretamente ao coronavírus, sendo a complicação mais comum entre os pacientes, seguida por outras doenças respiratórias.

O relatório mostrou também que a covid-19 foi fatal para algumas pessoas que não tinham nenhum problema de saúde prévio.

"Em 28,2% dos casos analisados, não existem outras causas para a morte", diz o relatório.

Primeiro-ministro recebeu a carta com alerta em 20 de julho - Foto: Reprodução

+ Mundo

Autoridades de segurança do Líbano alertaram o primeiro-ministro e o presidente, mês passado, que 2.750 toneladas de nitrato de amônio armazenados no porto de Beirute representavam um risco de segurança e poderiam destruir a capital, se explodissem, segundo documentos vistos pela Reuters e autoridades de segurança.

Pouco mais de duas semanas depois, os produtos químicos industriais foram pelos ares em uma enorme explosão que destruiu quase todo o porto e faixas da capital, matando pelo menos 163 pessoas, ferindo outras 6.000 e destruindo 6.000 prédios, segundo autoridades municipais.

Um relatório da Direção Geral de Segurança Pública sobre os eventos que levaram à explosão incluiu referência a uma carta enviada ao presidente Michel Aoun e ao primeiro-ministro Hassan Diab, em 20 de julho.

Embora o conteúdo da carta não estivesse no relatório visto pela Reuters, uma autoridade superior de segurança disse que resumia as descobertas de uma investigação judicial, iniciada em janeiro, que concluiu que as substâncias químicas deveriam ser postas em segurança imediatamente.

O relatório de segurança pública, que confirmou a correspondência ao presidente e ao primeiro-ministro ainda não havia sido publicada.

“Havia o risco de que esse material, se roubado, pudesse ser usado em um ataque terrorista”, disse a autoridade à Reuters.

“No fim da investigação, o procurador-geral (Ghassan) Oweidat preparou um relatório final que foi enviado às autoridades”, disse, referindo-se à carta enviada ao primeiro-ministro e ao presidente pela Direção Geral de Segurança Pública, que supervisiona a segurança portuária.

“Eu os alertei que isso poderia destruir Beirute, se explodisse”, afirmou a autoridade, envolvida na redação da carta e que se recusou a ter a identidade divulgada.

A Reuters não conseguiu confirmar a descrição da carta de maneira independente.

A Presidência não respondeu ao pedido por comentários sobre a carta de 20 de julho.

Um representante de Diab, cujo governo renunciou na segunda-feira (10), disse que o primeiro-ministro recebeu a carta em 20 de julho e ela foi enviada ao Conselho Supremo de Defesa para aconselhamentos dentro de 48 horas. “O atual ministério recebeu o documento 14 dias antes da explosão e agiu em resposta a ela em questão de dias. As administrações anteriores tiveram seis anos e não fizeram nada.”

O procurador-geral não respondeu aos pedidos por comentários.

 

Tragédia gerou protestos públicos contra os líderes do país - Foto: Reprodução

+ Mundo

O primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou nesta segunda-feira (10) a renúncia de seu governo, depois que uma explosão gigantesca no porto de Beirute gerou protestos públicos contra os líderes do país.

Em pronunciamento na televisão, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi "resultado de corrupção endêmica".

“Hoje seguimos a vontade do povo em sua demanda ao apontar os responsáveis pelo desastre que esteve oculto por sete anos, e seu desejo de uma mudança real”, disse ele. “Diante desta realidade... anuncio hoje a renúncia deste governo.”

O gabinete estava sob pressão para renunciar depois da explosão da semana passada que matou 163 pessoas, feriu cerca de 6 mil e deixou cerca de 300 mil sem moradias habitáveis. Vários ministros já haviam renunciado no fim de semana.

A aeronave vinha de Dubai e tinha 191 pessoas a bordo - Foto:

+ Mundo

Pelo menos duas pessoas podem ter morrido e 35 ficaram feridas quando um avião de passageiros da Air India sofreu um acidente na cidade de Calicute, no sul do país, ao aterrissar sob forte chuva nesta sexta-feira (7), informou a polícia.

O avião da Air India Express, que vinha de Dubai, tinha 191 passageiros e tripulantes a bordo quando ultrapassou a pista, informou o Ministério da Aviação Civil em comunicado. Havia 10 crianças a bordo.

"Acreditamos que há duas pessoas mortas e 35 feridas, ainda estamos no meio dos esforços de resgate", disse o superintendente da polícia na área, Abdul Karim.

A fuselagem do avião se partiu em duas quando a aeronave caiu em um barranco após ultrapassar a pista de pouso, disseram redes de televisão.

"De acordo com os relatórios iniciais, as operações de resgate estão em andamento e os passageiros estão sendo levados ao hospital para atendimento médico", disse o Ministério da Aviação Civil no comunicado.

Segundo a nota do ministério, não havia fogo a bordo.

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