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Militares norte-americanos planejam testar sua própria vacina em pessoas no fim do verão no Hemisfério Norte - Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

EUA

A diretora do Programa de Pesquisa de Doenças Infecciosas das Forças Armadas dos Estados Unidos (EUA), coronel Wendy Sammons-Jackson, disse que é razoável esperar que algum tipo de vacina para o novo coronavírus esteja disponível para parte da população norte-americana até o fim deste ano.

O secretário de Defesa, Mark Esper, prometeu, em 15 de maio, que as Forças Armadas norte-americanas e outras áreas do governo iriam, em colaboração com o setor privado, produzir uma vacina em escala para tratar a população do país e seus parceiros pelo mundo até o fim do ano.

Outro pesquisador do Exército, Kayvon Modjarrad, afirmou que os pesquisadores estão aprendendo sobre o novo coronavírus mais rápido do que sobre qualquer outro vírus anteriormente.

"Então, chegar a uma vacina em questão de meses, do conceito até a fase 3 de testes clínicos e com potencial de licenciamento, não tem precedentes. Mas, neste caso, acredito muito que seja possível".

Pesquisadores disseram que o trabalho envolve empresas como AstraZeneca, Johnson & Johnson, Moderna e Sanofi para desenvolver medicamentos de anticorpos e vacinas. Os militares planejam testar sua própria vacina em pessoas no fim do verão no Hemisfério Norte.

País registra o maior número de óbitos e de casos confirmados em todo o mundo - Foto: Reprodução TV Globo

EUA

Os Estados Unidos (EUA) registraram 743 mortos devido à covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para mais de 105 mil o número de óbitos desde o início da pandemia, segundo contagem feita pela Universidade Johns Hopkins.

Pelo menos 105.099 pessoas morreram no país, que registra o maior número de óbitos e de casos confirmados em todo o mundo.

De acordo com os números contabilizados diariamente pela Universidade Johns Hopkins, sediada em Baltimore (leste), até a 1h30 desta terça-feira, os Estados Unidos notificaram mais de 1,8 milhão de casos de contágio.

Em nível global, segundo balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 373 mil mortes e infetou mais de 6,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Cerca de 2,6 milhões de doentes foram considerados curados.

Nova doença respiratória também tem matado mais pessoas do que a epidemia de aids - Foto: Reprodução TV Globo

EUA

O novo coronavírus já matou mais de 100 mil pessoas nos Estados Unidos (EUA), mostrou contagem da Reuters nessa quarta-feira (27), em um momento no qual a desaceleração do númro de mortes incentiva as empresas a reabrirem e os norte-americanos a saírem de mais de dois meses de quarentena.

Cerca de 1.400 norte-americanos têm morrido, em média, todos os dias em maio, abaixo do pico de 2 mil em abril, de acordo com a contagem de dados estaduais e municipais sobre as mortes pela covid-19.

Em cerca de três meses, mais norte-americanos morreram da doença do que durante a Guerra da Coreia, a Guerra do Vietnã e o conflito dos EUA no Iraque (2003 a 2011), juntos.

A nova doença respiratória também tem matado mais pessoas do que a epidemia de aids, de 1981 a 1989, e é muito mais mortal do que a gripe sazonal tem sido há décadas. A última vez que a gripe matou tantas pessoas nos Estados Unidos foi na temporada de 1957-1958, quando 116 mil morreram.

O total de casos de coronavírus nos EUA ultrapassou 1,7 milhão. Alguns estados do sul viram novos casos surgirem na semana passada, de acordo com análise de dados da Reuters do Covid Tracking Project, um esforço voluntário para rastrear o surto.

Mundialmente, os casos de coronavírus superaram 5,6 milhões, com mais de 350 mil mortes desde o início do surto na China, no fim do ano passado. A pandemia chegou em seguida à Europa e aos Estados Unidos.

A América do Sul agora está sofrendo o maior impacto do surto, com o Brasil registrando o segundo maior número de casos no mundo.

Dos 20 países mais afetados, os Estados Unidos ocupam o oitavo lugar com base em mortes per capita, de acordo com a contagem da Reuters. Os EUA têm três mortes por 10 mil pessoas. A Bélgica é a primeira, com oito mortes por 10 mil, seguida pela Espanha, o Reino Unido e a Itália

Salas de espetáculos, ginásios e restaurantes passam a funcionar em todo o país - Foto: Reprodução/Google

Europa

A França dará nesta terça-feira (2) mais um passo rumo ao desconfinamento social. Salas de espetáculos, ginásios e restaurantes passam a funcionar em todo o país.

Face aos riscos de contágio, que se mantêm, são aplicadas algumas restrições em Paris e na região de Val d'Oise, ao norte da capital francesa. Os clientes dos restaurantes só vão poder ocupar mesas ao ar livre, nas calçadas.

As novas medidas vão vigorar até 21 de junho, quando será feita uma reavaliação da pandemia.

Governo francês reabrirá praias e parques a partir da próxima semana - Foto: Reprodução/Google

Europa

A França permitirá a reabertura de restaurantes, bares e cafés a partir de 2 de junho, embora com restrições mais duras em Paris do que em outros lugares, disse o primeiro-ministro Edouard Philippe nessa quinta-feira (28), ao anunciar a próxima fase de flexibilização das restrições impostas devido ao novo coronavírus.

O governo também está suspendendo uma restrição nacional a viagens de mais de 100 quilômetros e reabrirá praias e parques a partir da próxima semana, enquanto tenta reativar a segunda maior economia da zona do euro antes da temporada de turismo de verão.

"A liberdade será a regra, proibições a exceção", disse Philippe em discurso transmitido pela televisão.

Mais de 28.600 pessoas morreram em decorrência da covid-19 na França. Pelo oitavo dia consecutivo, o número de mortos aumentou em menos de 100.

A disseminação do vírus está diminuindo mais rapidamente do que se esperava, e Paris não é mais considerada uma "zona vermelha" da doença, disse Philippe. Mas o perigo ainda existe e não há espaço para complacência, acrescentou.

A região da grande Paris agora é uma zona "laranja", o que significa que não está tão livre do vírus como quase todas as outras do país, que foram designadas como "verdes", e o alívio das restrições será mais cauteloso.

Em todo o país, restaurantes, cafés e bares terão que garantir espaço mínimo de um metro entre as mesas e todos os funcionários devem usar máscaras. Nas zonas "laranja", eles só poderão abrir áreas ao ar livre.

A França e seus vizinhos europeus vêm diminuindo progressivamente as restrições sem precedentes à vida públic, decretadas no mês passado. Eles querem retomar as economias prejudicadas, mas mantêm a preocupação com uma possível segunda onda de infecções.

Órgãos de saúde declararam ser contra o uso do medicamento - Foto: Reprodução

Europa

O governo francês proibiu nesta quarta-feira (27) o uso de hidroxicloroquina no tratamento de doentes com covid-19, depois de dois organismos de saúde pública terem se declarado contra o uso do medicamento. A decisão foi tomada depois de um estudo ter provado não só a ineficácia do remédio no contexto da pandemia, como o aumento do risco de morte dos pacientes.

A França revogou o decreto de 11 de maio que autorizava a administração de hidroxicloroquina a pacientes infectados pelo novo coronavírus. Desde o fim de março que o antiviral, usado no combate à malária, era aplicado para tratar casos mais graves da infecção.

O Conselho Superior de Saúde Pública e a Agência Nacional de Segurança de Medicamentos e Produtos de Saúde divulgaram parecer negativo sobre a prescrição do remédio no tratamento da covid-19.

As conclusões negativas dos dois organismos de saúde pública franceses seguem-se ao estudo publicado na semana passada, na revista científica The Lancet, que desaconselha o uso de hidroxicloroquina como tratamento contra o novo coronavírus, já que aumenta substancialmente o risco de morte dos pacientes.

O Conselho Superior de Saúde Pública considerou que as descobertas dessa investigação, assim como outros estudos e opiniões de autoridades de saúde, justificam “não usar hidroxicloroquina isoladamente ou em combinação com um antibiótico para o tratamento de covid-19 em pacientes em ambulatório ou hospitalizados, qualquer que seja o nível de gravidade”.

No dia em que foi publicado o estudo na The Lancet, o ministro da Saúde francês, Olivier Véran, escreveu em sua conta no Twitter que pediu ao Conselho Superior de Saúde Pública uma análise e ofereceu 48 horas para uma revisão das regras de prescrição.

O uso do antiviral como tratamento da covid-19 passou a ser alvo de várias discussões, na medida em que a hidroxicloroquina era utilizada em alguns países para esse fim, mas sem nenhuma investigação que apoiasse a sua eficácia no contexto da atual pandemia.

Nos últimos dias, o remédio ganhou ainda mais protagonismo depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter admitido que o tomava diariamente para prevenir a infeção pelo novo coronavírus. Trump defendia que existiam “sinais muito fortes” de que o antiviral funcionava como tratamento da covid-19.

O estudo da The Lancet é, por isso, o primeiro ensaio em larga escala sobre os efeitos da cloroquina e da hidroxicloroquina em doentes de covid-19, e os resultados são claros quanto à sua ineficácia e riscos.

O estudo também levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a suspender temporariamente os ensaios clínicos com hidroxicloroquina no combate à doença.

País registrou 83.022 infectados e 4.634 mortos devido à covid-19 - Foto: Divulgação/EBC

+ Mundo

A China diagnosticou cinco casos da covid-19 nas últimas 24 horas, anunciaram nesta terça-feira (2) as autoridades.

A Comissão de Saúde do país informou que os novos casos são todos oriundos do exterior e foram detectados nas províncias de Sichuan, Guangdong e Shaanxi, e no município de Xangai.

As autoridades de saúde informaram ainda que oito pacientes receberam alta nas últimas 24 horas. Com isso, o número de pessoas infectadas ativas é 73, incluindo três em estado grave.

De acordo com dados oficiais, desde o início da pandemia, a China registrou 83.022 infectados e 4.634 mortos devido à covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. Até o momento, 78.315 pessoas tiveram alta.

As autoridades chinesas disseram que 745.613 pessoas que tiveram contato próximo com infectados estiveram sob vigilância médica, 4.642 das quais permanecem sob observação.

Em nível global, segundo balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 373 mil mortos e infectou mais de 6,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Cerca de 2,6 milhões de doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida pelo novo coronavírus, detectado no fim de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido a China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados (mais de 2,9 milhões, contra mais de 2,1 milhões no Continente Europeu), embora com menos mortes (mais de 163 mil, contra mais de 179 mil).

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais da metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, em um "grande confinamento" que vários países já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios.

Cinco novos casos foram confirmados nesse domingo na capital japonesa - Foto: Agência Brasil

+ Mundo

O governo metropolitano de Tóquio relaxou ainda mais as restrições sobre a atuação dos negócios, agora que o número de novos casos do novo coronavírus teve queda em relação ao pico.

Entrou em vigor nesta segunda-feira (1º) na capital japonesa a fase 2 do plano de recuperação da crise, em que é autorizada a reabertura de cursinhos, casas de espetáculos, academias e varejistas, incluindo lojas de departamentos.

Cinco novos casos foram confirmados nesse domingo (31) na capital japonesa. Pela primeira vez em seis dias, o total de novos casos ficou abaixo de dez.

O governo metropolitano planeja relaxar as restrições em etapas a cada duas semanas, sempre acompanhando a extensão das infecções. Poderá passar antecipadamente à etapa seguinte se o número de infecções continuar baixo.

Além disso, autoridades planejam emitir um “alerta para Tóquio”, em que pedirão à população que fique atenta para o risco de recrudescimento do contágio.

Autoridades de saúde observam atentamente a situação para decidir quanto à etapa 3, que inclui a reabertura de casas de karaokê e bares.

Alerta

O governo do Japão também pede à população que continue a tomar medidas de prevenção em relação ao coronavírus, em razão de um novo surto na cidade de Kitakyushu, no Sudoeste do país.

Em entrevista ontem, o ministro da Revitalização Econômica, também responsável pelo combate ao coronavírus, declarou que o governo não cogita voltar a declarar estado de emergência agora que as rotas de contágio estão identificadas.

Nishimura Yasutoshi fez, porém, a ressalva de que tem havido elevação significativa no número de infecções.

Autoridades governamentais dizem haver um risco de recrudescimento dos casos também em outras regiões. Pedem à população que continue a tomar medidas de prevenção — como, por exemplo, o distanciamento social e o uso de máscara ao reiniciar atividades sociais e de negócios.

Mesmo para a eventualidade de haver um contágio maior, o governo planeja enfrentá-lo por meio de uma intensificação do sistema de exames, de modo a detectar imediatamente quem tiver sido infectado. Além disso, pretende identificar os indivíduos que tenham estado em contato próximo com pessoas contagiadas.

O governo informou que, a partir de hoje, não solicitará à população para se abster de cruzar divisas provinciais — à exceção de Tóquio e três províncias vizinhas, assim como Hokkaido.

Autoridades estão, no entanto, pedindo aos habitantes da província de Fukuoka e da vizinha Yamaguchi que exerçam cautela em viagens para Kitakyushu.

Alerta é de relatório do Unicef e da Save The Children - Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

+ Mundo

Até o final deste ano, 86 milhões de crianças em todo o mundo podem acabar em situação de pobreza, segundo avaliação do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e da organização não governamental Save The Children. A estimativa das entidades considera que as circunstâncias socioeconômicas acentuadas durante a pandemia da covid-19 podem elevar em 15% a parcela de crianças que vivem sob essa condição.

Em países de baixa ou média renda, há possibilidade de que 672 milhões de crianças vivam com um nível de renda abaixo da linha da pobreza. Aproximadamente dois terços desse total estariam concentradas em países da África Subsariana e do sul da Ásia.

Apesar da média global, calcula-se que a agudização do cenário será maior em países da Europa e da Ásia Central, onde o índice de pobreza deve subir até 44%. Para a América Latina e Caribe, o crescimento previsto é de 22%.

A diretora executiva do Unicef, Henrietta Fore, pensa na crise sanitária como o estopim de uma "crise socioeconômica sem precedentes". Segundo ela, as dificuldades financeiras enfrentadas pelas famílias colocam sob risco "anos de progresso em redução de pobreza infantil".

Em nota, as entidades destacam que, antes da pandemia, dois terços das crianças de todo o mundo eram privadas de acesso a "qualquer forma de proteção social", o que tornava "impossível" para suas famílias lidar com eventuais choques na renda. Tais circunstâncias, acrescentam, propiciavam maior chance de serem mantidas em um "ciclo intergeracional de pobreza”.

Em linhas gerais, o que o Unicef e a Save The Children recomendam é que as autoridades governamentais busquem estruturar programas que amparem, efetivamente, a população, como os de transferência de renda e aqueles que garantem a distribuição de merenda escolar, além de preparar fundos que possam ser usados futuramente. Para as entidades, a proteção social também depende do alinhamento com outros fatores, como regime fiscal, ampliação de empregos, acesso à rede de saúde e outros serviços.

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