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Seg, Set

Previsão é de que milhares de pessoas compareçam - Foto: Reprodução

O corpo de George Floyd chega nesta segunda-feira (8) à cidade de Houston, no Texas, onde reside a família desse homem negro que se transformou no símbolo da luta contra o racismo e a violência policial nos Estados Unidos.

O funeral do norte-americano está marcado para amanhã (9), será aberto ao público e a previsão é de que milhares de pessoas compareçam.

As cerimônias fúnebres de George Floyd começaram na quinta-feira (4) em Minneapolis, onde o afro-americano morreu.

A estrutura da polícia em Minneapolis enfrenta problemas. A Assembleia Municipal da cidade norte-americana votou a favor do desmantelamento do Departamento da Polícia.

Isso significa que o financiamento das forças de segurança fica suspenso após o caso da morte de George Floyd, morto pela polícia.

O objetivo é redefinir os alicerces da polícia de Minneapolis, promovendo a segurança da comunidade e repensando a forma como os agentes respondem às situações de emergência.

Militares norte-americanos planejam testar sua própria vacina em pessoas no fim do verão no Hemisfério Norte - Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

A diretora do Programa de Pesquisa de Doenças Infecciosas das Forças Armadas dos Estados Unidos (EUA), coronel Wendy Sammons-Jackson, disse que é razoável esperar que algum tipo de vacina para o novo coronavírus esteja disponível para parte da população norte-americana até o fim deste ano.

O secretário de Defesa, Mark Esper, prometeu, em 15 de maio, que as Forças Armadas norte-americanas e outras áreas do governo iriam, em colaboração com o setor privado, produzir uma vacina em escala para tratar a população do país e seus parceiros pelo mundo até o fim do ano.

Outro pesquisador do Exército, Kayvon Modjarrad, afirmou que os pesquisadores estão aprendendo sobre o novo coronavírus mais rápido do que sobre qualquer outro vírus anteriormente.

"Então, chegar a uma vacina em questão de meses, do conceito até a fase 3 de testes clínicos e com potencial de licenciamento, não tem precedentes. Mas, neste caso, acredito muito que seja possível".

Pesquisadores disseram que o trabalho envolve empresas como AstraZeneca, Johnson & Johnson, Moderna e Sanofi para desenvolver medicamentos de anticorpos e vacinas. Os militares planejam testar sua própria vacina em pessoas no fim do verão no Hemisfério Norte.

Nova doença respiratória também tem matado mais pessoas do que a epidemia de aids - Foto: Reprodução TV Globo

O novo coronavírus já matou mais de 100 mil pessoas nos Estados Unidos (EUA), mostrou contagem da Reuters nessa quarta-feira (27), em um momento no qual a desaceleração do númro de mortes incentiva as empresas a reabrirem e os norte-americanos a saírem de mais de dois meses de quarentena.

Cerca de 1.400 norte-americanos têm morrido, em média, todos os dias em maio, abaixo do pico de 2 mil em abril, de acordo com a contagem de dados estaduais e municipais sobre as mortes pela covid-19.

Em cerca de três meses, mais norte-americanos morreram da doença do que durante a Guerra da Coreia, a Guerra do Vietnã e o conflito dos EUA no Iraque (2003 a 2011), juntos.

A nova doença respiratória também tem matado mais pessoas do que a epidemia de aids, de 1981 a 1989, e é muito mais mortal do que a gripe sazonal tem sido há décadas. A última vez que a gripe matou tantas pessoas nos Estados Unidos foi na temporada de 1957-1958, quando 116 mil morreram.

O total de casos de coronavírus nos EUA ultrapassou 1,7 milhão. Alguns estados do sul viram novos casos surgirem na semana passada, de acordo com análise de dados da Reuters do Covid Tracking Project, um esforço voluntário para rastrear o surto.

Mundialmente, os casos de coronavírus superaram 5,6 milhões, com mais de 350 mil mortes desde o início do surto na China, no fim do ano passado. A pandemia chegou em seguida à Europa e aos Estados Unidos.

A América do Sul agora está sofrendo o maior impacto do surto, com o Brasil registrando o segundo maior número de casos no mundo.

Dos 20 países mais afetados, os Estados Unidos ocupam o oitavo lugar com base em mortes per capita, de acordo com a contagem da Reuters. Os EUA têm três mortes por 10 mil pessoas. A Bélgica é a primeira, com oito mortes por 10 mil, seguida pela Espanha, o Reino Unido e a Itália

Reabertura deverá ocorrer com 25% da ocupação máxima - Foto: Divulgação/Pixabay

Lojas de varejo e locais para cultos religiosos, que estão fechados sob uma das regras mais rígidas de controle da pandemia do novo coronavírus, serão reabertos na Califórnia, nos Estados Unidos (EUA), anunciaram autoridades locais de saúde.

O Departamento de Saúde Pública da Califórnia informou que empresas, igrejas, sinagogas e mesquitas poderão reabrir com 25% da ocupação máxima e outras restrições.

As novas regras vêm em meio ao aumento da pressão por parte de processos vindos de igrejas, protestos e até de uma pressão do presidente Donald Trump para a reabertura dos templos religiosos e para que os americanos voltem ao trabalho.

Sob as novas regras, empresários e líderes religiosos precisam esperar a aprovação de autoridades sanitárias locais antes de abrir suas portas ao público.

Cada prédio poderá ter ocupação de 25%, mas com o limite de até 100 pessoas para serviços ecumênicos, não importando o tamanho do templo, de acordo com nota oficial.

As pessoas devem manter uma distância de 2 metros entre si para conter a propagação do vírus que causa a doença respiratória covid-19. A pandemia matou quase 100 mil pessoas nos Estados Unidos.

País registra o maior número de óbitos e de casos confirmados em todo o mundo - Foto: Reprodução TV Globo

Os Estados Unidos (EUA) registraram 743 mortos devido à covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para mais de 105 mil o número de óbitos desde o início da pandemia, segundo contagem feita pela Universidade Johns Hopkins.

Pelo menos 105.099 pessoas morreram no país, que registra o maior número de óbitos e de casos confirmados em todo o mundo.

De acordo com os números contabilizados diariamente pela Universidade Johns Hopkins, sediada em Baltimore (leste), até a 1h30 desta terça-feira, os Estados Unidos notificaram mais de 1,8 milhão de casos de contágio.

Em nível global, segundo balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 373 mil mortes e infetou mais de 6,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Cerca de 2,6 milhões de doentes foram considerados curados.

País registrou 505 mortos devido à Covid-19 nas últimas 24 horas - Foto: Reprodução TV Globo

Os Estados Unidos registraram 505 mortos devido à Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 98.184 o número total de óbitos desde o início da epidemia no país, informou a Universidade Johns Hopkins.

O número de casos confirmados no país é de 1.662.375, com mais 21.403 novas infecções desde o dia anterior, de acordo com os números contabilizados diariamente pela universidade, sediada em Baltimore.

Este é o segundo dia consecutivo em que os Estados Unidos anotam uma diminuição do número de mortos e de novos casos, com menos 133 mortes que no dia anterior.

Os Estados Unidos são de longe o país com mais vítimas mortais em todo o mundo e mais casos de infecções confirmadas.

Medida foi anunciada depois que o país tornou-se o segundo maior foco de crise do novo coronavírus no mundo - Foto: Divulgação

Em comunicado divulgado nessa segunda-feira (25), a Casa Branca antecipou em dois dias as restrições de viagens do Brasil para oa Estados Unidos (EUA). A medida foi anunciada depois que o país tornou-se o segundo maior foco de crise do novo coronavírus no mundo.

No comunicado, o governo norte-americano alterou o início das restrições para as 23h59 desta terça-feira (26), no horário da Costa Leste norte-americana (00h59 da quarta-feira, 27 de maio, pelo horário de Brasília).

No anúncio original, feito no domingo (24), a Casa Branca disse que as restrições entrariam em vigor em 28 de maio.

O documento não deu uma razão para a alteração. O Departamento de Segurança Interna dos EUA, que supervisiona assuntos de imigração, não respondeu imediatamente ao pedido de comentário.

A alegação inicial era de que as restrições ajudariam a garantir que estrangeiros não levem infecções adicionais para os EUA. A medida, no entanto, não se aplica aos fluxos de comércio entre os dois países.

Os EUA têm o maior número de casos de covid-19 no mundo.

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