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À espera das reformas

O Brasil chegou ao ponto que todos temiam. Segundo os ministros, o funcionamento do País está praticamente atrelado à aprovação das reformas, sobretudo a da Previdência. Ontem, a equipe econômica admitiu que está trabalhando com uma previsão de crescimento menor para este ano, caindo de 2,7% para 1,5%. 

A reformulação de expectativas, segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, se dá diante da demora em aprovar a reforma da Previdência. A nova política de reajuste do salário mínimo depende do avanço da reforma e a revisão das deduções do Imposto de Renda depende do avanço da reforma tributária.

Também o ministro da Educação, Abraham Weintraub, voltou a dizer ontem que a aprovação da reforma da Previdência resultaria na recuperação da economia do País e evitaria que os recursos das universidades permaneçam contingenciados, motivo, aliás, de anunciada paralisação nacional no setor nesta quarta-feira. 
Mais do que nunca é preciso articulação no Congresso. 

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