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Tijuca vai ter Parque Chinês

Crivella e equipe com integrantes da Associação Cultural Chinesa do Rio, responsável pelo projeto

Divulgação/Prefeitura do Rio de Janeiro

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, lançou nesta terça-feira  a pedra fundamental do Parque Chinês, que será erguido após revitalização de uma área de 5.430m² na Rua Gonçalves Crespo, na Tijuca, Zona Norte. Serão construídas duas praças no local, cujo propósito é também se tornar um novo ponto turístico da cidade.

A obra, sem custo para a Prefeitura, será de responsabilidade da Associação Cultural Chinesa do Rio de Janeiro, cuja sede fica na rua que será beneficiada pela iniciativa.

“A China tem muita identidade com o Brasil. É com a paz que a China conquistou o mundo, e é com a paz que o Brasil vai conquistar o mundo. Quero prestar minhas homenagens à China. A cultura da China é a cultura do otimismo. E o espaço que haverá aqui vai celebrar a cultura chinesa, a cultura brasileira e a união entre os dois povos”, disse Crivella.

O objetivo do projeto paisagístico é transformar o local a ponto de fazer com que os frequentadores se sintam num cantinho da China.

Após a conclusão da obra, prevista para novembro de 2019, a Associação Cultural Chinesa pretende adotar a área, por meio do programa Adote.Rio, que prevê que o adotante assuma a manutenção do espaço.
 

Área de 5.430m2 na Rua Gonçalves Crespo será revitalizada e ganhará duas praças e ambientação

Reprodução

“Já estou aqui no Brasil há 60 e poucos anos, é a minha segunda pátria, e tenho muito a agradecer ao Brasil, por acolher o povo chinês. No dia de hoje, quero agradecer também à Prefeitura do Rio, pelo lançamento da pedra fundamental do nosso parque. Brasil é o melhor país para viver. E a China é só amizade com o Brasil”,  discursou o idealizador do projeto, Chi Fu Jen, integrante da Associação Cultural Chinesa do Rio de Janeiro.

No futuro, o Parque Chinês haverá pórtico e pagode (torre com múltiplas beiradas, típica da arquitetura chinesa), como os que existem tradicionalmente no país de origem. E também área de convivência, com o desenho dos pisos no mesmo desenho de praças chinesas. Estão previstas ainda ações de pavimentação, execução de novas baias de estacionamento, iluminação pública, sinalização horizontal e vertical, realimento de meio fio, revisão de drenagem e implantação de novas áreas verdes, com plantio de árvores e jardinagem.

Dona da segunda maior economia do mundo, a China passou por uma crescente demanda por urbanização nas últimas décadas, devido ao crescimento econômico. A paisagem urbana tem sido reconstruída em larga escala. O país costuma valorizar o regionalismo em sua arquitetura, e a Associação Cultural Chinesa do Rio, inspirada nesse conceito, tem interesse em valorizar o entorno de sua sede.  

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