NITERÓI/RJ
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Memória musical brasileira

Livro resgata para as crianças a importância que o rádio desempenhou em boa parte da história do Brasil

Foto: Pino Gomes / Divulgação

A cantora e professora de música no Colégio Fórum Cultural Mona Vilardo estreou em 2017 o espetáculo “Mona Canta Dalva” – ano do centenário de Dalva de Oliveira (que, ao contrário do que as pessoas pensam, não é da família de Mona). No show que fez no Teatro Municipal de Niterói, cuja plateia era, em parte, composta por seus alunos, nasceu a ideia da criação de um livro voltado para o público infantojuvenil, uma forma de contar aos jovens quem foram essas grandes mulheres cantoras de rádio. O livro “Dalva, minha avó e eu” conta com ilustração e design de Mariana Erthal e prefácio de Ricardo Cravo Albin. O lançamento será dia 14 no evento “Multileitura”, no Multicenter, às 16h, e dia 27, na Biblioteca Anísio Teixeira, no Campo de São Bento, de 10h às 12h. Nas ocasiões, a autora vai cantar algumas canções de Dalva. Como é um livro independente, não estará em diversas livrarias, mas ele pode ser encontrado na Livraria Viverlendo – no Shopping Multicenter – e diretamente com a autora, pela sua página do Facebook. 

O livro tem um potencial educacional?
As crianças hoje em dia não sabem o que é um rádio e muito menos a importância que ele teve em um período da história do Brasil, sendo o principal veículo de informação que existia. Acredito que é preciso apresentar a essas crianças algo fora do cotidiano delas, porque é quase certo que elas tenham interesse. Não se pode subestimar o interesse das crianças.  

Além de um resgate das suas memórias, o que mais o livro significa para você?
A consolidação da minha carreira de escritora, pois sempre escrevi para espetáculo e festas do colégio onde trabalho, mas, aos poucos, fui elaborando essa escrita. Significa também mais uma vitória de um projeto meu. Esse ano, faço 30 anos de carreira como cantora. E tem mais, ele foi feito só por mulheres: escrita, consultoria, ilustração e revisão.

A obra te ajudou a descobrir algo sobre você?
O livro afirma pra mim que laços de amor e afeto são maiores que os laços de sangue. A avó do livro não era a minha avó de sangue, mas uma vizinha que eu e meu irmão chamávamos de avó, e que cuidou muito de nós dois. Vó Lúcia não tinha o mesmo sangue que nós, mas nos dava amor, presença e memórias para colecionar. 



 

Imagem: Divulgação

Fui – O novo romance da Tinta Negra, escrito por Nilza Rezende, narra a trajetória de uma mulher que abandona a estabilidade como professora universitária para viver uma aventura transformadora em Malta. Nilza é carioca e reside em Portugal, onde faz doutorado. O lançamento é hoje, às 19h, na Travessa de Ipanema. 

 

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Atenção (Bicicleta Amarela) – O zen-budista Alex Castro analisa as diferentes maneiras pelas quais podemos exercitar a atenção, não em busca do próprio autodesenvolvimento, mas para convertê-la em um instrumento de ação política. Mais do que olhar para si em busca de aprimoramento, é necessário enxergar e aceitar o outro.

 

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Mil cartas Um amor – Dayvis Fos reside em São Gonçalo, e está lançando seu primeiro livro, pela editora Viseu. Richard relata sua própria trajetória. Sua doença lhe mostrará uma forma de se comunicar. Ao se apaixonar na adolescência, ele vai querer viver intensamente esse fascínio através das cartas. Diversas surpresas o esperam.

 

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A impossível faca da memória (Valentina) – O romance de Laurie Halse Anderson conta a história da colegial Hayley, cujo pai solteiro, Andy, luta para escapar dos demônios da Guerra do Iraque. Eles se mudam, e a jovem precisa ajudá-lo a vencer os “fantasmas”, as drogas e os sintomas do estresse pós-traumático.












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