Moda masculina que vem de Milão

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dolce gabbana, moschino, emporio armani e versace

Foto: Divulgação

Seguem os desfiles mais marcantes da Semana de Moda Masculina de Milão.

De Casanova à Fórmula 1: símbolos aristocráticos tão distantes se mesclam na participação especial da Moschino do estilista Jeremy Scott. Na coleção, as cores gritantes se mesclando (inclusive no jacquard), muita pele à mostra (especialmente na sunga), a casaca e o jabô tão extravagantes.

Para essa primavera-verão 2016 apresentada na Semana de Moda Masculina de Milão, Pilati, da Ermenegildo Zegna, capricha na prega no lugar certo, na combinação de cores, nas proporções. Entre as novas propostas de “roupas formais” estão o conjuntinho pijama, o casacão com uma tira afivelada à kilt só em uma das laterais, o abotoamento levemente justo que deixa um ar acinturado para a silhueta.

Os óculos redondos e as boinas típicas da Emporio Armani recebem a companhia de calças de cintura mais alta e com a barra mais curta, bem do tornozelo, e materiais naturais como seda, lã, algodão e um couro bem levinho. A coleção é leve e passa a sensação de conforto.

Uma mescla oriental, em especial da China, invade a praia siciliana da Dolce & Gabbana nessa primavera-verão 2016. A maior parte das calças é mais solta – parece que o reinado da skinny realmente acabou. A silhueta mais moderna que aparece é à chinesa, quase arredondada. Camisa-túnica, às vezes sem nada embaixo; camiseta-vestido, que vai até o meio da coxa; blusa mais curta em sobreposições – por aí vai. A calça de smoking ganha cavalo mais baixo no desfile da Versace, à saruel, e é usada fora do seu contexto, bem moderna.

Na Prada, o caminho é uma coleção sexy, de regatas, alças e pernas de fora. Nessa temporada de primavera-verão 2016 da linha masculina e de pré-primavera-verão 2016 feminina, apresentadas no mesmo desfile na Semana de Moda Masculina de Milão, a grife que a gente vê é aquela que gosta de subversões. O vestido curto à anos 60 ou, principalmente, o microshort masculino soltinho são os highlights da coleção.

Na Gucci, a androginia excêntrica deu certo: as camisas de renda, as blusas de laço e os bordados cheios que mais parecem broches estão firmes e fortes na passarela. Um ar da década de 70 impera: robes que normalmente seriam pra ficar em casa, mas que, de tão bonitos, dá vontade de levar pra rua; pijamas e camisolões na mesma linha; calças boca de sino; padronagem decorativista tipo papel de parede; camisa caubói em vichy; conjunto de jogging com brocado metalizado.