NITERÓI/RJ
Min:   Max:

Atletas locais em destaque no revezamento da Tocha Olímpica

Mapa apresenta principais alternativas para motoristas que irão trafegar durante a passagem da tocha

Foto: Divulgação/ NitTrans

Carregar a chama sagrada das Olimpíadas que remete aos gregos (berço da civilização ocidental) e ao espírito de convivência fraterna é um privilégio para poucos. E no dia 2 de agosto, a cidade de Niterói irá receber o revezamento da Tocha Olímpica, destacando alguns atletas olímpicos que levaram o nome do município para o mundo.

O trajeto da tocha será iniciado às 15h30, na Praça Arariboia passando por São Domingos e percorrendo a Avenida Litorânea do Gragoatá até São Francisco. De lá, o revezamento seguirá até a Cachoeira, retornando para Icaraí pelo túnel Raul Veiga. O trecho final inclui toda a Avenida Amaral Peixoto, passando pela Estação das Barcas e terminando no Caminho Niemeyer. 

Entre os atletas confirmados para carregar o símbolo dos Jogos Olímpicos, que ocorrem de 5 a 21 de agosto, no Rio de Janeiro, estão Bruno Souza, secretário municipal de Esporte e Lazer e ex-atleta de handebol, Fernando Pacheco Filho, o Zeba, também do handebol, Sandra Soldan, atleta do triatlo, Armando Barcellos, que também fez carreira no triatlo, Aída dos Santos, do atletismo, e Valeskinha, do vôlei.

O secretário municipal de Esporte e Lazer, Bruno Souza, definiu que carregar a tocha será um momento especial em sua vida.

“Vai ser um momento único. Ser condutor da tocha em Niterói, onde comecei a minha carreira no handebol, vai trazer lembranças maravilhosas: desde o começo aqui na cidade até as participações em Jogos Olímpicos”, destacou.

Já Aída os Santos, que foi a única mulher brasileira nos Jogos de Tóquio-64, se mostrou emocionada em participar do revezamento. 

“Vai ser muito emocionante, principalmente pelo fato de eu poder passar a tocha para as mãos da Waleska (filha), porque não tivemos essa oportunidade durante o Pan de 2007”, disse.

Já Waleskinha, disse que tal oportunidade será um reconhecimento.

“No Brasil, infelizmente as pessoas têm a memória curta, mas ser lembrada pela minha cidade para carregar o principal símbolo olímpico é um honra muito grande. Tive a oportunidade de carregar a tocha do Pan, 2007, mas agora a emoção vai ser incomparável. Acho também que é um reconhecimento para os atletas poder viver um momento glorioso como este em Niterói”, finalizou. 

Scroll To Top