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Apreensão de celulares na prisão bate recorde

Secretário Alexandre Azevedo fala em tolerância zero

Divulgação/Palácio Guanabara

Nos cinco primeiros meses do ano, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) bateu um recorde no estado: 5.200 aparelhos celulares foram apreendidos durante as revistas nas unidades fluminenses. O trabalho faz parte do plano de reorganização dos presídios, onde a atuação é feita em três frentes.

“Hoje, temos uma população carcerária que está entendendo quais são as regras no Estado. Nós vamos buscar o que é de direito dos internos e a dignidade para a sua família. Mas os deveres são cobrados. Neste primeiro momento, a resposta foi tão forte que, em cinco meses, 5.200 celulares foram apreendidos. Inauguramos também a Operação Iscariotes, através de observações de servidores penitenciários e o trabalho de inteligência, para cortar do quadro os servidores que não honram o uniforme. O resultado disso é que 9 servidores foram presos esse ano contra nenhuma prisão no ano passado. Outro ponto que incluímos é a revista aos familiares dos internos, que algumas vezes não entendem que, quando atravessam algum material ilícito ou não permitido na unidade prisional, estão prejudicando o seu familiar. Só em 2019, 16 familiares foram conduzidos à delegacia”, explicou o secretário de Administração Penitenciária (Seap), Alexandre Azevedo.

Ainda segundo o secretário, a Seap também foi contemplada com equipamentos adquiridos pelo Gabinete de Intervenção Federal (GIF).

“A intervenção ajudou na questão da reestruturação dos equipamentos para a Administração Penitenciária. Já recebemos armas não letais para o uso da tropa, o Spark, e ainda chegarão colchões e uniformes”, explicou.

 
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