NITERÓI/RJ
Min:   Max:

Justiça arquiva acusações contra PMs envolvidos no caso Amarildo

Ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza desapareceu em julho de 2013, na Rocinha

Foto: Arquivo/Agência Brasil

As investigações do Grupo de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (Gaeco/MPRJ) contra os 13 policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) suspeitos de ocultarem o corpo do pedreiro Amarildo Dias de Souza, em julho de 2013, na Rocinha, foram arquivadas nesta quinta-feira (13). A decisão é do Tribunal de Justiça do Rio de janeiro, alegando que os exames de DNA feitos em parentes de Amarildo não são "compatíveis" ao do sangue encontrado na viatura.  

Amarildo era morador da comunidade na Zona Sul do Rio e desapareceu depois de ter sido levado por PMs para a base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na Rocinha. Ele era suspeito de envolvimento com o tráfico.  

De acordo com denúncia de familiares, Amarildo teria sido morto ainda na comunidade e o corpo foi retirado na caçamba de uma viatura do Bope.   

A caso tomou grandes proporções após o vazamento de imagens que flagraram a viatura do Bope saindo em alta velocidade de dentro da Rocinha. Na ocasião, foi verificado que entre os policiais estaria um volume compatível com um cadáver. 

O corpo de Amarildo permanece desaparecido.  

 

 

Scroll To Top