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Segurança Presente vai chegar à Baixada

Witzel divugou expansão do programa na segunda audiência pública da Frente Parlamentar em Defesa da Baixada

Divulgação/Palácio Guanabara

O governador Wilson Witzel anunciou, nesta sexta (14), a expansão do programa Segurança Presente para as cidades da Baixada Fluminense através de parceria entre o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). A divulgação ocorreu durante audiência pública da Frente Parlamentar em Defesa da Baixada, na Câmara de Nova Iguaçu. 

“Esta é mais uma parceria do Governo do Estado com a Alerj onde há um trabalho para encontrar recursos do orçamento. Isto está sendo feito pelos deputados e, em especial pelo presidente da Casa, André Ceciliano, para economizar e repassar esse recurso de volta ao Estado para que haja investimento em uma área tão carente como é a segurança pública do Rio. Serão centenas de policiais em toda a Baixada Fluminense, além do aumento do efetivo para a PM nos próximos dois anos. Serão quase 200 PMs neste primeiro momento”, afirmou o governador.

O aporte da verba do Legislativo ajudará no custeio da implementação do Segurança Presente, que vai abranger os municípios da Baixada, entre eles Nova Iguaçu, que deve receber 550 agentes, além de Duque de Caxias e São João de Meriti, com 340 cada. As demais cidades também serão contempladas, em breve. Todo o quantitativo de agentes por cidades será divulgado.

O governador ainda adiantou que, com a aproximação da formatura dos praças convocados no início deste ano, alguns terão a Baixada como destino. Ao todo, quase 200 novos PMs vão reforçar o efetivo de seis batalhões da região – Duque de Caxias (40), Nova Iguaçu (40), Belford Roxo (40), São João de Meriti (40), Magé (16) e Queimados (16). A formatura está prevista para o final deste mês. 

Durante o evento, o governador ressaltou que a criminalidade precisa ser combatida e lembrou as imagens divulgadas pela imprensa de traficantes de fuzil atirando contra PMs  na Cidade de Deus, no último dia 12. 

“Na vida não tem atalho, é muito estudo e muito trabalho. Mas o vagabundo, aquele que é bandido, ele quer o atalho. Nós, que somos cidadãos não vamos aceitar isso. A nossa PM não quer matar, mas nós não podemos permitir cenas como aquelas que nós vimos lá na Cidade de Deus. Se fosse com autorização da ONU, em outros lugares do mundo, nós teríamos a permissão para mandar um míssil naquele local e explodir aquelas pessoas”, disse.

Saúde – Witzel lembrou também que a área da saúde da Baixada também está recebendo investimentos.

“Não podemos esquecer o esforço do Governo do Estado de cumprir o mínimo constitucional de 12% na saúde e do investimento de R$ 60 milhões no Hospital da Posse até o final do ano, além da construção de mais três novos hospitais aqui na região da Baixada Fluminense ao longo dos quatro anos de gestão”, disse Witzel.

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