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Chikungunya: Estado tem mais de 26 mil casos registrados

O Estado do Rio de Janeiro registra crescimento da febre chikungunya desde janeiro. O subsecretário de vigilância em saúde do estado, Alexandre Chieppe, destaca a situação no norte e noroeste fluminenses, assim como em pontos da capital.

“A gente tem observado um aumento importante de casos de chikungunya tanto na região Norte, envolvendo principalmente Campos de Goytacazes, quanto na região Noroeste, em que Miracema é o mais afetado “, descreve o subsecretário, que aponta a falta de imunidade contra o vírus como um fator que favorece avanço neste momento.

Ainda não há vacina disponível contra o chikungunya, mas qualquer pessoa que contraiu a doença anteriormente é considerada imune a nova infecção pelo vírus. Como a doença é nova no Estado do Rio, grande contingente da população não possui imunidade. 

“O chikungunya vem circulando há alguns anos com pouca intensidade, mas desde o ano passado isso começou a aumentar”.

Até o último dia 14, foram registrados 26.055 casos da doença no estado, contra 20.234 no mesmo período de 2018. O subsecretário avalia que a tendência é uma diminuição da intensidade de transmissão, comum a partir da metade do mês de maio. 

Para reverter o quadro, a Secretaria Estadual de Saúde reforço as campanhas contra a proliferação do mosquito transmissor Aedes aegypti em escolas e nos meios de comunicação. 

Diferente de outras regiões do estado, Campos dos Goytacazes viveu epidemia de chikungunya no ano passado, quando chegou a ter 1,5 mil casos no mês de junho. Desde então, os registros variaram entre 400 a 500 casos por mês. No último mês de abril, o número de casos atingiu 900 ocorrências.

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