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Caminhando para 2020

Chris Fuscaldo é jornalista, biógrafa e cantora

Rod Peixoto/ Divulgação

João Carlos da Silva

Lendo artigos de dois expoentes do Direito Tributário e Direito Internacional, fiz reflexões para o Brasil que caminha para a próxima década. Guilherme e Raphael Molina fazem um mix de alternativas para a economia brasileira que reflete muito o que a voz que vem da rua espera.

Em alguns setores, o Brasil conseguiu alguns números interessantes mesmo tendo entraves políticos nesse ano. Temos que olhar como a economia dos países vizinhos vão caminhar e a do resto do mundo também.

A Argentina padece por erros frequentes na sua balança econômica e que trará reflexos para nós.

A China investe em terras brasileiras com muita força e os EUA querem a todo o custo fazer valer os seus interesses corporativos.

O fechamento do ano poderia ser muito melhor do que está sendo apresentado. Dificuldades internas prevaleceram, e a continuidade para acertos no desempenho econômico racional continua em franca ascensão. Isso poderá dar ao Brasil no próximo ano uma radiografia para que seja colocada em prática nos anos seguintes.

Precisamos avaliar que não é só no agronegócio que temos que prosperar. Em diversos setores, é possível verificar um crescimento. Modestos por enquanto e que podem dar um avanço ao Brasil lá na frente. Nação rica e com destino traçado ao desenvolvimento.

Nesse primeiro ano de governo Jair Bolsonaro, percebe-se que alguns setores criaram identidade para sobreviver diante de crises. Ora, se calçando a economia poderemos ter bons lucros, que o façamos continuadamente.

Por outro lado, vemos que o lucro dos bancos explodiu. Taxas dos juros apertam o orçamento doméstico e precisam ser revistas para que o setor da economia não caia no descrédito.

A equipe econômica do governo focou o crescimento na frente sem tomar o cuidado de olhar no retrovisor. Através dele se vê quem ficou para trás.

O resultado de uma amotinada na econômica poderá tirar a tranquilidade do governo. 2020 será um ano de muitos testes para o governo.

Virão muitas discussões no Congresso como também eleições municipais. Esse sim, um teste qualificado para medir até onde o governo está acertando.

Guilherme e Raphael Molina são professorais no que analisam. São dessa turma nova de analistas que acham que o Brasil vai dar certo mesmo com muitos atrapalhando.

Tenho comigo a convicção de que não temos que aprofundar reações. Temos sim de ouvir a razão das ruas olhando no retrovisor. Dessa forma não teremos obstáculos para nos queixarmos do que ficou para trás.

O ano próximo fará do Brasil o porto seguro para grandes e novas conquistas. Aos amigos leitores, os votos de um 2020 repleto de realizações, saúde, confiança e paz.

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