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As provas impressas serão aplicadas nos dias 17 e 24 de janeiro - Foto: Agência Brasil

Educação

Representantes das forças de segurança de todas unidades federativas, integrantes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), dos Correios, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal se reuniram ontem (20) para apresentar e debater as estratégias que serão adotadas para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2020.

O Encontro Técnico Enem 2020 foi promovido pelo Ministério da Justiça (MJ), que é responsável por integrar as forças de segurança pública e os órgãos incumbidos pela realização, logística, transporte e segurança das provas.

Os representantes dos estados e do Distrito Federal vão acompanhar, em tempo real, possíveis ocorrências durante a realização das provas, o que abrange, desde policiamento e patrulhamento de vias de acesso aos locais de exame até o transporte e guarda das provas, passando por eventuais investigações sobre possíveis fraudes. Segundo o MJ, toda a ação será acompanhada diretamente do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional.

O Enem 2020 será aplicado em 1.729 municípios, nos meses de janeiro e fevereiro de 2021, devido à pandemia do novo coronavírus. As provas impressas serão aplicadas nos dias 17 e 24 de janeiro. Já a versão digital será em 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Pessoas privadas de liberdade farão o exame nos dias 24 e 25 de fevereiro.

Segundo o Inep, há 5.783.357 inscritos para o Enem, sendo 5.687.271 para o exame impresso e 96.086 para o digital, que é novidade nessa edição.

Valor será destinado a micro, pequenas e médias empresas - Foto: Agência Senado

Brasil

O Senado aprovou nesta terça-feira (20) um projeto de resolução que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a contratar um empréstimo internacional de US$ 750 milhões para ser utilizado no financiamento de micro, pequenas e médias empresas. O empréstimo será feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), terá garantias da União e será obtido por meio do 2º Programa do Convênio de Linha de Crédito Condicional BID-BNDES.

A relatora da matéria, senadora Kátia Abreu (PP-TO), disse que os recursos se destinam a ajudar pequenas empresas que têm pouco acesso aos sistemas bancários. A senadora destacou a importância da oferta de crédito para micro e pequenos empresários como forma de incentivar a economia nacional. “São 7,5 milhões de micro e pequenas empresas, que representam 28 milhões de empregos”, disse.

Indicadores foram divulgados hoje pelo Inep - Foto: Marcelo Casall Jr / Agência Brasil

Educação

O Ministério da Educação (MEC) discute novas formas de avaliar o ensino  superior, e pretende reformular as regras para melhorar a qualidade dos cursos de graduação no país, informou hoje (20) o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, ao anunciar os resultados de indicadores que medem a qualidade do ensino superior. 

Segundo Lopes, uma revisão do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) está sendo debatida internamente e junto a fóruns como o Conselho Nacional de Educação (CNE). “A lei do Sinaes é de 2004. Acho que é o momento da gente reavaliar nosso processo avaliativo, nosso processo regulatório. Isso vai ser feito junto com as instituições de ensino superior públicas e privadas”.

A reformulação do marco normativo está sendo discutida internamente, de acordo com o presidente do Inep, e posteriormente será debatida com os demais representantes do setor.

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, ressaltou que o papel da pasta é melhorar a qualidade do ensino superior. “Está na hora de pararmos um pouco e pensarmos na qualidade. Impossível os valores do orçamento do MEC e a qualidade que temos na educação brasileira. Nós precisamos tomar uma atitude”, disse, acrescentado que “precisamos focar na qualidade. Acho que não podemos mais pensar em quantidade de uma maneira desequilibrada. Precisamos focar na qualidade”.  

Conceito Enade

Os resultados do conceito Enade, calculado a partir do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), feito por estudantes que estão concluindo os cursos superiores, e do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD), mostram que os cursos das universidades federais tiveram melhores desempenhos que os das instituições privadas, que é onde está matriculada a maior parte dos estudantes avaliados. 

“Essa semana, nós tomamos algumas decisões que, de maneira muito direta, podem parecer não tão simpáticas à educação, [como a] suspensão de vestibular. Esse vai ser o ritmo que queremos dar ao MEC, de assumir mesmo uma posição na avaliação da educação superior. Eu não tenho, e a nossa equipe [também] não, receio de fazer o que for preciso para suspender, credenciar ou descredenciar instituições. Queremos focar na qualidade”, defendeu Ribeiro. 

Avaliações 

Além de medir o desempenho dos estudantes, o Inep coleta, por meio de questionários, informações sobre o perfil desses estudantes, o que, de acordo com a autarquia, precisa ser levado em consideração quando se olha para os resultados dos exames. A maior parte dos alunos de educação à distância, 55%, por exemplo, trabalha 40 horas por semana, e apenas 12% não trabalham. Na educação presencial, as porcentagens se invertem, 52% não trabalham. Os resultados dos indicadores mostram que estudantes de cursos presenciais têm melhores resultados que aqueles de ensino à distância.

Alexandre Lopes explicou que as instituições participantes do processo de avaliação têm acesso detalhado do desempenho dos estudantes e a comparações com outras instituições de ensino com perfil semelhante. 

“Uma das principais informações que a gente pode dar como indutor da qualidade é essa informação especializada. Essa é a importância da avaliação externa. Ser uma avaliação nacional permite essa comparabilidade. Então, além dos resultados das avaliações internas e dos próprios processos avaliativos dos professores, esse tipo de avaliação externa permite a comparação e permite que a instituição reflita sobre isso e procure trabalhar o seu projeto pedagógico”, disse.

Os resultados da avaliação divulgados hoje (20) ainda não mostram o impacto da pandemia do novo coronavírus (covid-19) na educação. O Enade, que seria aplicado este ano, de acordo com Lopes, foi adiado para 2021. Somente após esses resultados será possível medir os níveis de abandono e de aprendizagem no ensino superior em 2020, disse. 

O Enade 2019 avaliou os cursos das áreas de ciências agrárias, ciências da saúde e áreas afins; engenharias e arquitetura e urbanismo; e os cursos superiores de tecnologia nas áreas de ambiente e saúde, produção alimentícia, recursos naturais, militar e de segurança. Entraram na avaliação, por exemplo, os cursos de medicina e enfermagem. A cada ano, um conjunto diferente de cursos é avaliado.

Diretor-geral da corporação, Rolando Alexandre de Souza, participou da abertura do 3° Simpósio Internacional de Segurança - Foto: Marcos Corrêa / PR

Brasil

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Rolando Alexandre de Souza, disse nesta segunda-feira que a modernização tecnológica da corporação é uma de suas prioridades à frente do órgão. De acordo com ele, a digitalização dos inquéritos policiais e a otimização dos sistemas e processos de investigação são necessários para o enfrentamento ao crime organizado – principalmente em um cenário em que, segundo ele, “os crimes virtuais tendem a aumentar”.

“Buscamos rapidez e profundidade nas investigações. Se eu acelero demais, posso não chegar a todos os membros da organização criminosa. Mas não adianta solucionar um crime três ou quatro anos depois da ocorrência do fato”, disse Souza, ao participar da abertura do 3° Simpósio Internacional de Segurança, evento on-line coordenado pela Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), e que ocorre até quarta-feira.

“A investigação tem que ser rápida e profunda, abarcando a todos. E só existe uma forma de conseguir rapidez e profundidade: usando tecnologia; sistemas modernos de cruzamento de dados. Isso nos torna mais eficientes”, acrescentou o delegado-geral, ao comentar a necessidade da Polícia Federal desenvolver ou adquirir equipamentos e sistemas tecnológicos modernos.

Segundo Souza, mais de 70% dos inquéritos instaurados pela PF já estão digitalizados. “Esperamos chegar a 100% até o fim deste ano. No momento em que atingirmos isto, seremos a polícia mais digitalizada dos mundo. Nem o FBI [do inglês Departamento Federal de Investigação, dos Estados Unidos] está tão digitalizado”, afirmou o diretor-geral, comentando que estudos apontam um ganho de eficiência de até 50% nas investigações digitalizadas.

Souza também relatou como o acesso às modernas imagens de satélite contribuem para agilizar investigações, evitando deslocamentos desnecessários de equipes policiais. “Temos condições de desbaratar dezenas de crimes usando imagens de satélite para ilícitos ambientais, garimpo ilegal, corrupção. É possível ver tudo isto pelas imagens de satélites que recebemos todos os dias”, afirmou. Ele citou como exemplo, o acompanhamento a distância de obras públicas de infraestrutura.

“A construção de uma rodovia, por exemplo. O responsável pela obra já recebeu 70% do valor correspondente ao serviço, mas analisando as imagens de satélite, observamos que o trecho construído não corresponde à execução orçamentária”, disse. Segundo o diretor, um agente federal capacitado pode acompanhar a execução de um empreendimento contratado com dinheiro público.

De acordo com o corregedor-geral da PF, o delegado João Vianey Xavier Filho, a PF recebe, em média, cerca de 100 mil notícias crime anuais e instaura cerca de 50 mil inquéritos todos os anos. Para ele, a conclusão da implementação do Sistema de Gestão da Atividade de Polícia Judiciária (ePOL), que, desde 2016, vem permitindo a digitalização dos inquéritos policiais, é importante para garantir a celeridade e a eficiência das investigações, evitando "gargalos".

“O ePOL é basicamente o projeto que busca tornar eletrônico nosso principal instrumento, que é o inquérito policial, que documenta todo nosso esforço de investigação. Não adiantaria nada termos tecnologias avançadas de interceptação telefônica, utilizar imagens satelitais e cruzamento autômato de vários bancos de dados se tivermos que documentar, em papel, todo este esforço investigativo", disse Vianey.

“É muita informação para trabalharmos. Se não nos modernizarmos, seremos soterrados pelos problemas e pela quantidade de crimes que chegam a PF”, afirmou Rolando Souza. Se acordo com o diretor, neste ano o percentual de crimes resolvidos pela PF chegará aos 78%, o que, segundo ele, é um recorde. “Isso ocorre graças à modernização, mas ainda precisamos deixar a PF totalmente digital, nos preparando para o que está por vir, pois os crimes virtuais tendem a aumentar”.

Eventos serão realizados durante a Semana Nacional de C&T - Foto: Agência Brasil

Educação

O Instituto Federal de São Paulo (IFSP) oferece, a partir desta segunda-feira (19), até o sábado (24), durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), uma série de eventos virtuais gratuitos sobre o tema inteligência artificial – a nova fronteira da ciência brasileira. Todas as atividades serão certificadas. Os participantes receberão o certificado até 15 dias após o evento.

As atividades serão online, gratuitas e abertas a todos os interessados: haverá palestras, bate-papos, um encontro temático para aproximar pesquisadores de diferentes áreas e eventos culturais. Entre outras atividades, está prevista a palestra Inteligência Artificial: Manipula Mercados, Influencia a Segurança Nacional e Sabe o que Você Pensa, ministrada por Paulo de Souza, da Griffith University, da Austrália.

Outros destaqus serão A Inteligência Artificial e seus Desafios no Combate à Cultura da Desinformação, de Aline Marins Paes Carvalho, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e Desenvolvimento de Jogos Uma Rápida Introdução no Mundo do Game, ministrada por Henrique Buzeto Galati, do IFSP.

A programação completa pode ser vista no site do evento. A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Em 2020, a SNCT chega à 17ª edição.

Realizada em outubro, para comemorar o Mês Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovações, a ação tem o objetivo de mobilizar a população, em especial os jovens, para atividades científico-tecnológicas.

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Educação

Viajar no tempo, eis um sonho de muitos: conhecer civilizações antigas, hábitos, usos e costumes e povos ancestrais; e é mesmo a uma viagem no tempo, a que uma deslocação às Ilhas Bijagós nos assemelha. Quase impenetráveis, ilhas sagradas e de refúgio, habitadas por seres sobrenaturais dotados de poderes do além e donos de habilidades mágicas, chegar a qualquer uma das ilhas e ilhotas dos Bijagós compara-se à entrada num portal que nos transporta a uma nova dimensão.

Terras dos Bidyogo, povo secular com hábitos, costumes e crenças que ascendem ao século mais remoto, os quais não foram alterados e nem misturados com qualquer outra civilização, essas ilhas apresentam uma imensurável riqueza cultural, de biodiversidade e de identidade. Receberam, há muitos séculos atrás – mais dos que os que se podem contar em ambas as mãos – povos oriundos da área continental, fugindo de guerras, fugindo de mortes e de lutas tribais, povos esses que encontraram refúgio e proteção nas costas arenosas e no interior florestal destas maravilhosas e paradisíacas ilhas.

Os Bijagós são únicos, bemba di vida2 , arquipélago de 88 ilhas, diferentes em tamanho e donas de vários micro – climas, são habitat de várias espécies, algumas comuns e outras protegidas e em extinção: macacos, hipopótamos, crocodilos, aves pernaltas, tartarugas marinhas e lontras; reserva um legado de preservação da natureza e das tradições, mantendo-se ambas quase incorruptas, sendo esta última concretizada e manifesta diariamente, em vários momentos da vida e do quotidiano.

Visitar os Bijagós faznos acreditar que, sim! o paraíso existe e está presente, em cada rosto, em cada sorriso, em cada centímetro cúbico, destas ilhas espalhadas pelo Atlântico. É preciso preservar, é urgente conservar, mas mais do que tudo e antes que tudo isso se esvaia, é necessário que os Bidyogo sejam reconhecidos como os embaixadores e fiéis depositários, de tão grande riqueza.

1. Inventário sobre Artesanato, Dança e Cantiga Bijagó – Novembro 2015, IMVF – Instituto Marquês Vale Flor

2. Celeiro da vida

António Montenegro Fiúza é CEO Chief Executive Officer do Grupo Lusófona Brasil

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