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Ministério da Educação fala em 'otimização de recursos' - Foto: Divulgação/UFF

Educação

A Universidade Federal Fluminense (UFF) alerta que o Projeto de Lei Orçamentária (PLOA), do Governo Federal, para o ano de 2021, pode comprometer o funcionamento dela e de outras instituições. Apenas para a UFF, está previsto um corte de 18,31% em seu orçamento, uma redução de R$ 32,2 milhões.

De acordo com a instituição, o corte é aplicado de forma vertical a todas as rubricas de despesa discricionária, impactando as verbas de custeio, assistência estudantil e capital da UFF. A redução tingirá todas as universidades e institutos federais em proporções semelhantes, totalizando R$ 1,4 bilhão de reais.

Levantamento prévio realizado pela Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan) prevê um impacto de R$ 31,2 milhões de reais no orçamento de custeio, que é destinado à manutenção da Universidade, em gastos com luz, água, internet, empresas terceirizadas, entre outros; e cerca de R$ 971 mil reais na rubrica de capital, alocada em obras de construção de prédios e compra de equipamentos e material permanente. Com o reajuste proposto, o recurso para assistência estudantil sofrerá um decréscimo de R$ 32,8 milhões para R$ 26,8 milhões em 2021.

Ainda de acordo com a UFF, a proposta orçamentária representa mais uma ameaça de inviabilização do funcionamento das universidades federais. A restrição se soma a um histórico de declínio dos repasses financeiros à educação superior pública no Brasil, como o congelamento do orçamento sem cobertura para consolidar o processo de expansão e bloqueio de 30% mantido durante quase todo o exercício de 2019.

A UFF também afirma que, no PLOA de 2021, que será apreciado pelo Congresso Nacional, foram reajustados para baixo os orçamentos de capacitação para técnicos e docentes, internacionalização, compra de materiais de consumo, passagens, diárias, serviços terceirizados, obras, educação básica, assistência estudantil e fomento às ações de ensino, pesquisa e extensão. Na avalisação da instituição, prejudicaria todas as atividades da universidade.

MEC prega "otimização de recursos"

O Ministério da Educação (MEC) afirma que a pandemia do novo coronavírus causou uma crise econômica, resultando, consequentemente, em uma redução de orçamento para 2021. De acordo com o órgão, a Administração Pública precisará fazer um esforço adicional na otimização dos recursos públicos e na priorização das despesas.

Por meio de nota, o MEC informou que O Ministério da Educação informa que, conforme Referencial Monetário recebido pelo Ministério da Economia, a redução de orçamento para suas despesas discricionárias foi de 18,2% frente à Lei Orçamentária Anual 2020 sem emendas. Esse percentual representa aproximadamente R$ 4,2 bilhões de redução.

A redução para as universidades federais será a mesma aplicada para o MEC nas suas fontes do tesouro, ou seja, 18,2%. Isso representa aproximadamente R$ 1 bilhão. Ressalta-se que as fontes próprias das universidades dependem do potencial arrecadador e da estimativa apresentada por cada universidade em separado. Dessa forma, não houve corte para as receitas próprias por parte do MEC.

Objetivando minimizar o impacto da redução do orçamento para 2021, além da liberação de 100% dos recursos alocados diretamente nas universidades federais na LOA de 2020, o MEC liberou recursos adicionais para as universidades voltados à projetos de redução de despesas como, por exemplo, painéis fotovoltaicos, vigilância eletrônica, conclusão de obras para redução de aluguéis, ações de inovação, combate à pandemia da covid-19, conectividade à internet, entre outras, que totalizaram aproximadamente R$ 450 milhões.

António Montenegro Fiúza é CEO – Chief Executive Officer do Grupo Lusófona Brasil

Educação

Todos os períodos conturbados devem ser encarados como momentos de aprendizagem e crescimento; a Pandemia do COVID-19 não é disso exceção! Uma conjuntura de emergência sanitária, com consequências nas mais diferentes áreas da vida, quer do ponto de vista tecnológico, pessoal, laboral, educacional – as quais deverão ser, urgentemente, repensadas – torna-se momento de expressões de gratidão e emocionadas homenagens a heróis silenciosos ou, como foram designados por Francis Hime e Jorge Fernando: “Anjos Secretos”.

O projeto consiste numa singela mas soberba homenagem a todos os médicos, enfermeiros, auxiliares de saúde e outros que se arriscam quotidianamente em prol da salubridade de todos, e representa, ainda, um verdadeiro hino à Lusofonia e aos laços fraternos existentes entre vários países desse espaço linguístico; para além da belíssima letra, o entrosamento das vozes, das variantes linguísticas e das musicalidades são fatores enriquecedores de um profundo louvor aos profissionais que, sem muitas honrarias, têm salvo a vida a milhares.

«A bata branca em segredo Entre o contágio e o medo Sem medo de desistir Sem medo do que há de vir Sem contar horas, despertos À luz duns deuses ocultos Os nossos anjos secretos São simples nomes e vultos Sem rosto, cor ou idade Num servir que é permanente Que a gratidão de verdade É pra quem cuida da gente»

A panóplia de nacionalidades que abrange o Brasil, Portugal, Cabo Verde e Angola é uma demonstração prática das imensas possibilidades que a utilização de uma língua comum promove; e nomes como o do ator Antônio Grassi e as vozes de Ney Matogrosso, Zélia Duncan, Lucinha Lins e Lenine juntaram-se a Ana Moura, Camané e Dino d’Santiago, num louvor à dedicação, ao trabalho e ao altruísmo próprios dos que cuidam da saúde e do bem estar de pessoas no mundo inteiro.

Louvem-se tais iniciativas, as quais trazem um colorido vigoroso aos dias cinzentos percorridos pela humanidade, nos últimos meses; louvem-se todos quantos fazem do outro, a sua prioridade maior e a sua motivação diária. Não sendo hábito do cronista, é mister que se divulguem tais ações, a bem de todos os profissionais de saúde envolvidos, dos artistas e de toda a comunidade lusófona.

com Suzana Fernandes

Educação

O desafio na formação do professor pós-pandemia

Essa pandemia desnudou o cenário educacional brasileiro e muitas questões vieram à tona para serem discutidas, dentre elas destacamos os currículos dos cursos de licenciatura. Diante da emergência do “novo coronavírus”, fomos impulsionados a dar continuidade ao processo de ensino-aprendizagem de forma remota e essa especificidade nos trouxe muitos embates, como a capacitação necessária para exercer esse papel de frente para a câmera e na produção dos conteúdos, que despertasse um mínimo de curiosidade e interatividade do publico-alvo.

A formação universitária não está conseguindo acompanhar a velocidade das mudanças tecnológicas que têm se dado no mundo, sobretudo no mercado de trabalho. Novas demandas por profissionais mais qualificados têm surgido nos últimos anos e a necessidade da formação continuada é a ordem do dia para se manter empregado. Toda essa transformação nos fez pensar em quais seriam as estratégias necessárias para mediar o aprendizado do estudante conectado do século XXI.

Ter domínio do conhecimento intelectual não é mais suficiente para atingir o alunado, mas diversificar as estratégias tecnológicas é sobretudo imergir no contexto ao qual as crianças e jovens encontramse inseridos. Precisamos como educadores buscar pontos de convergências com os nossos alunos. Ir até eles, pois estão no mesmo tempo cronológico que nós, mas em lapsos temporais distintos. Ne s t e p e r í o d o d e confinamento tivemos a oportunidade de nos atualizar, nos lançar ao “novo”, conhecer e compartilhar as novas tecnologias, entendendo que esse movimento de fazer e refazer será uma constante daqui pra frente nesse “novo-normal”.

Como se compõe uma música?

Amanda Coelho de Freitas Fernandes, 20 anos, compositora com uma dúzia de músicas em ritmos distintos, estudante do curso técnico na área de composição do Villa-Lobos e graduanda em música pelo Conservatório Brasileiro de Música, nos revela como é o processo de composição de uma canção. “Como compositora, letrista e acima de tudo artista eu posso lhe afirmar: não existe um método prático e eficiente para se escrever uma música.

Têm pessoas que começam pela letra, outras pela sequência de acordes e outros que só pensam na linha do canto principal. Em minha vida, as canções que escrevo, assim como a arte que produzo, são reflexos de meus sentimentos e pensamentos. Portanto, a letra diz o que sinto e a música que a contorna é feita paralelamente com base na ênfase do que quero comunicar. A minha estratégia é construir os dois ao mesmo tempo. Já alguns colegas, realizam uma coisa de cada vez. E isso não significa que um modelo seja melhor que o outro. É apenas uma forma diferente que lidamos com nossa criatividade musical. Entendemos que se pode desenvolver uma forma inovadora que facilite a criar.

Um ponto fundamental que posso destacar é se conhecer, pois estamos trabalhando acima de tudo com nossa emoção e compreensão de mundo, com nossas ideias, ideais, lutas e opiniões. Como disse Arnold Schoenberg (1874-1951) em seu livro, A vida dos Grandes Compositores, “a arte que o homem produz, é reflexo do que ele vive”, e com base nisso e na experiência que carregamos, a dica é estar sempre em contato com seu “eu crítico”. Descobrindo o que gosta, o que não gosta e o que talvez possa gostar. Outro ponto relevante é a pesquisa: escutar de tudo, descobrir o que a sua vivência lhe traz. Usar da melancolia, da prática, da sua personalidade… Afinal, o que deixa uma obra genuína não é a complexidade da execução ou escrita, e sim da sinceridade e honestidade com que se compõe. Que seja pra falar do seu animal de estimação, da crítica com a política, a necessidade do cuidado com a natureza, do preço dos tomates que aumentaram ou sobre um amor perdido no tempo. Não se enrijeça com as regras harmônicas, mas siga o que quer expressar. Se veja como um ser livre num universo imenso de possibilidades. Mãos à obra!”.

Mais de 2 mil vagas na educação

São 2213 vagas, 379 para preenchimento imediato e 1834 para cadastro reserva. Diversos cargos para profissionais da educação (merendeira, inspetor, aux. de creche, cuidador de aluno especial, orientador educacional e pedagógico, professor de diversas disciplinas, bibliotecário e nutricionista. A escolaridade exigida vai do ensino fundamental, médio até o superior. Saiba mais em: www.selecon.org.br

Senai registrou mais de 1 milhão de matrículas em plataforma online - Foto: Divulgação

Educação

A procura por cursos de educação a distância tem aumentado durante a pandemia e superado as expectativas de quem atua na área. Com vagas abertas e gratuitas em cursos online de qualificação profissional, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) bateu a marca de 1 milhão de matrículas realizadas desde o início da pandemia, há quase cinco meses.

"Desde março, a gente se preocupou muito em oferecer cursos para ocupar a mente das pessoas e aproveitar essa oportunidade para requalificação. Ao todo, lançamos 23 cursos gratuitos. Nossa meta era de 100 mil matrículas, mas atingimos mais de 1 milhão", afirma Felipe Morgado, gerente executivo de Educação Profissional do Senai Nacional. Os cursos oferecidos têm duração média de 14 horas e são autoinstrucionais. Além de videoaulas, os estudantes contam com material didático em formato digital, realizam atividades, incluindo resolução de problemas, e precisam passar por uma avaliação para receber o certificado de conclusão. "São cursos estruturados e preparados para desenvolver competências nas pessoas", acrescenta Morgado.

O Senai lançou um ranking das 10 capacitações gratuitas mais procuradas da entidade (veja lista abaixo). No topo da lista, o curso de segurança do trabalho foi procurado por mais de 120 mil pessoas. "O tema de saúde e segurança no trabalho, com a pandemia, ganhou muito mais atenção das pessoas, principalmente de profissionais que voltaram aos seus postos de trabalho", diz o gerente executivo do Senai. O curso de finanças pessoais também fez sucesso, com pouco mais de 96 mil matrículas. De novo, segundo Felipe Morgado, o cenário de instabilidade econômica causada pela pandemia ajuda a explicar o interesse. "Muitas pessoas estão perdendo o emprego e precisam repensar a organização de suas finanças".

Os cursos na área de tecnologia da informação e indústria 4.0 também estão entre os destaques do Senai. Na avaliação do gerente executivo de Educação Profissional da entidade, a transformação tecnológica tem obrigado os trabalhadores e se manterem em permanente atualização. "Com a digitalização das empresas, precisamos digitalizar os trabalhadores da indústria também".

Para ter acesso aos cursos e às vagas, basta acessar a plataforma Mundo Senai, preencher um cadastro simples e começar a qualificação. O tempo de realização do curso pelo trabalhador é flexível, além de ser 100% online. A plataforma também oferece outros serviços, como orientação profissional e oferta de vagas de trabalho.

Veja a ista dos 10 cursos do Senai mais procurados durante a pandemia:

1º - Segurança do Trabalho: 120.487 matrículas

Sensibiliza os participantes para as questões básicas da prevenção de acidentes e segurança do trabalho, de forma a criar uma mentalidade prevencionista. Duração: 14 horas

2º - Finanças pessoais: 96.374 matrículas

Mostra aos participantes a importância do equilíbrio financeiro, a fim de obter mais qualidade de vida, tranquilidade e motivação. Duração: 14 horas

3º - Tecnologia da Informação e Comunicação: 84.843 matrículas

Apresenta os principais temas relacionados à infraestrutura de TI, serviços de redes, software, hardware, normas e padrões técnicos. Duração: 14 horas

4º - Noções Básicas de Mecânica Automotiva: 73.513 matrículas

Mostra os principais componentes e como funcionam os automóveis, as forças físicas envolvidas e os mecanismos por trás do funcionamento. Duração: 14 horas

5º - Desvendando a Indústria 4.0: 68.167 matrículas

Apresenta a Indústria 4.0, propiciando ao aluno a introdução ao tema e a obtenção da base conceitual das tecnologias habilitadoras que suportam essa indústria. Duração: 20 horas

6º - Fundamentos de Logística: 62.757 matrículas

Mostra o que é necessário para administrar o patrimônio e os recursos de uma empresa, conhecendo a história, os principais conceitos e definições da área. Duração: 14 horas.

7º - Lógica de Programação: 59.405 matrículas

Ensina os conceitos básicos sobre lógica de programação, tipos de dados, estruturas de controle e repetição e exemplos do uso de variáveis homogêneas e heterogêneas. Duração: 14 horas

8º - Educação ambiental: 49.859 matrículas

Busca conscientizar os participantes sobre questões básicas da educação ambiental, de forma a criar uma mentalidade prevencionista com relação ao meio ambiente. Duração: 14 horas

9º - Metrologia: 46.954 matrículas

Proporciona o conhecimento básico necessário à aplicação e interpretação das medidas na área da mecânica. Objetivo é explorar os principais temas relacionados à metrologia, desde os instrumentos mais básicos, como as réguas, até os de maior grau de precisão. Duração: 14 horas.

10º - Empreendedorismo: 45.833 matrículas

Oferece conhecimentos sobre o ato de criação de novos empreendimentos nos mais diversos setores. Duração: 14 horas.

Autorização do MEC entra em vigor nesta quarta-feira - Foto: Agência Brasil

Educação

O Ministério da Educação autorizou as instituições federais de ensino médio técnico e profissional a suspenderem as aulas presenciais ou substituí-las por atividades à distância até 31 de dezembro de 2020, em razão da pandemia de covid-19. A portaria de autorização foi publicada hoje (4) no Diário Oficial da União e entra em vigor amanhã (5).

As instituições que optarem pela suspensão das aulas presenciais deverão repô-las integralmente, para cumprimento da carga horária total do curso, e poderão alterar os seus calendários escolares, inclusive os de recessos e de férias.

Já aquelas que optarem por atividades não presenciais deverão disponibilizar aos estudantes o acesso às ferramentas e materiais de apoio e às orientações para a continuidade dos estudos “com maior autonomia intelectual”. As atividades poderão ser mediadas ou não por tecnologias digitais.

De acordo com a portaria, os estágios e práticas de laboratórios também poderão ocorrer à distância desde que garantam a replicação do ambiente de atividade prática ou de trabalho, propiciem o desenvolvimento das habilidades e competências esperadas no perfil profissional do técnico, estejam de acordo com a Lei do Estágio sejam passíveis de avaliação de desempenho e aprovadas pela instituição de ensino.

Os estudantes de cada curso deverão ser comunicados sobre o plano de atividades com antecedência mínima de quarenta e oito horas da execução das atividades.

Em julho, o Ministério da Educação já havia estendido a autorização de aulas a distância em instituições federais de ensino superior até 31 de dezembro de 2020. A medida também flexibilizava os estágios e as práticas em laboratório, que podem ser feitos a distância nesse período, exceto nos cursos da área de saúde.

POR António Montenegro Fiúza - Foto: Divulgação

Educação

A Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira define o fado como sendo um «decreto do destino, vaticínio, oráculo, profecia (…) Fortuna, sorte (…)» pouco antes de se referir ao mesmo como canção popular, típica do sentimento português; a mesma língua que tornou o sentimento da saudade numa palavra e num conceito definidos, também a musicalizou, transformando o sentimento de melancolia numa expressão artística.

E quem melhor do que Amália Rodrigues, cujo centenário se comemorou na semana passada, para cantar o fado cantando Portugal e todo o sentimento da Lusofonia? A renomada fadista levou a Língua Portuguesa por todo o planeta, um pouco à semelhança do que fizeram os navegadores no séc. XV; atuou nos mais consagrados palcos mundiais, para audiências compostas por pessoas das mais diversas nacionalidades, as quais se sucumbiram a um estado de contemplação e de acolhimento das suas emoções.

Amália cantou a saudade, o fado português (no sentido de destino) da partida à procura de melhores condições, do abandono do lar, da incerteza do regresso; cantou o amor, o proibido, o perdido e o vivido; cantou Portugal; cantou uma nação de povos que falam a Língua Portuguesa e que todos os dias, revivem a saudade, a sina do partir e as labutas do quotidiano; cantou a hospitalidade, a morabeza nas palavras do cabo-verdiano:

«Numa casa portuguesa fica bem
Pão e vinho sobre a mesa
E se à porta humildemente bate alguém
Senta-se à mesa com a gente
Fica bem essa fraqueza fica bem
Que o povo nunca a desmente
A alegria da pobreza
Está nesta grande riqueza
De dar e ficar contente»

Em 1965, a fadista cantava Luís de Camões, num EP aclamado pela crítica e sobremaneira reconhecido até aos dias de hoje; deu voz, ainda, aos poemas de conceituados escritores e letristas como sejam: David Mourão Ferreira, Pedro Homem de Mello, José Carlos, Ary dos Santos, Alexandre O’Neill, Manuel Alegre.

Com uma carreira que se estendeu desde 1940 até 1999, como cantora e como atriz, vendeu mais de 30 milhões de cópias, dos 170 álbuns, editados em mais de 30 países, numa época com poucos avanços tecnológicos, logrou ter uma profícua carreira, estendendo-se até aos nossos dias.

Amália representa Portugal, representa a Língua Portuguesa, representa as nossas labutas diárias e os nossos feitos extraordinários, na sua humildade aliada ao talento prodigioso, tornou-se a embaixadora de Portugal no mundo inteiro.

António Montenegro Fiúza é CEO – Chief Executive Officer do Grupo Lusófona Brasil.

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