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Foco da ação é reduzir a reincidência e preservar vidas

As experiências mostram que o acompanhamento das mulheres com medida protetiva tem inibido a reincidência de casos de agressão. Além disso, iniciativas similares ao programa acabam impactando, positivamente, na diminuição das chamadas de emergência, pois a sociedade local - vítimas e principalmente agressores em potencial - passa a perceber que a mulher não está mais desprotegida.

O secretário de Estado de Polícia Militar, general Rogério Figueredo de Lacerda, está confiante de que o programa atingirá plenamente o seu objetivo, preservando muitas vidas.

Estamos imprimindo uma pauta positiva para enfrentarmos a demanda que mais impacta a nossa Instituição. Esse programa será tão vitorioso como outras iniciativas de prevenção de crime, como Patrulhamento Motorizado Especial Escolar (PAMESP Escolar) e PAMESP Bancária. Estamos na prática criando a PAMESP Maria da Penha, em defesa da mulher e da família - disse o General Figueredo.

Uma ferramenta digital será utilizada também pela equipe do programa: o "PMERJ Mobile", aplicativo para tablet e smartphones. O sistema possibilitará rapidez na troca de informações dos atendimentos às vítimas entre a Polícia Militar e os juizados, além de contribuir para a produção mais ágil de dados estatísticos e avaliação dos impactos do programa. Esses policiais também servirão como referência para os demais colegas de sua unidade, que, diariamente, são acionados para intervir em conflitos familiares.

De acordo com o general Figueredo, o maior desafio do programa é reduzir se possível a zero o índice de reincidência de ocorrências de violência doméstica. Alcançando essa meta, os índices de feminicídios terão uma redução extremamente expressiva, já que esses crimes, quase sempre, ocorrem nas residências ou estão conectados a relacionamentos desfeitos ou conflituosos.

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